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Moinhos, moinhos e mais moinhos

Final de semana passado aproveitamos o solzinho gostoso da primavera e finalmente fomos visitar o Kinderdijk, um dos locais turísticos mais conhecidos da Holanda. E pensar que tudo começou  porque eles tiveram um monte de problemas com enchentes… Eu explico: o Kinderdijk é o local com a maior concentração de moinhos de toda a Holanda. […]

Como planejar sua viagem pela Europa

Antes de mais nada, é claro que não somos experts em planejar viagens. Mas depois de planejar algumas viagens, para destinos diferentes e em momentos diferentes, você tem a chance de testar na prática o que funciona e o que não funciona para você. Algo que não dá para fazer quando você embarca numa viagem mais longa, pulando de cidade para cidade, tentando aproveitar ao máximo o tempo disponível. Assim, este post tenta sintetizar o que tem funcionado para a gente – nenhuma garantia de que vá funcionar para você ou ajudá-lo a ter uma viagem 100% tranquila 😉

Vamos começar com a real razão de viajar: o que você espera ver, conhecer e experienciar.

Temos usado dois aplicativos para iPhone / iPad muito legais – além de serem uma mão-na-roda te ajudam a descobrir alguns lugares/atrações que passariam batidos. O primeiro é o Wikihood – ele usa sua localização para indicar o que está próximo, usando a informação disponível na Wikipedia. O segundo é o Fotopedia, que apresenta os locais nomeados como patrimônio da Unesco. Este também pode usar sua localização para mostrar o que está próximo, mas você também pode “viajar” pelos diversos países. Este aplicativo funcionava de modo meio estranho, mas parece ter melhorado muito na última atualização. O World Heritage é semelhante, então você pode testar os dois e ver qual te agrada mais.  Recentemente descobri alguns sites que giram em torno do conceito de comunidade: outros turistas escrevem reviews, publicam fotos e – é lógico – mostram quantos países/cidades já visitaram. A ideia é promissora, então vale checar o Virtual Tourist, geckogo ou a Wikitravel. Dei uma olhada geral e eles serão usados na nossa próxima viagem – se você já usou algum deles, nos diga se ele foi realmente útil ou não. No geral não acho os guias de turismo muito úteis – se você tem tempo (e paciência!) de procurar por blogs sobre seu destino, é bem provável que encontrará muitas dicas bacanas. Ajuda muito se você souber que tipo de informação procura – um destino específico, restaurantes, baladas, etc. O site deste estudante inglês, por exemplo, tem informações sobre diversas fortalezas da Europa.

Como gostamos de comer bem sempre procuramos experimentar a culinária local. Às vezes você gosta, às vezes não, mas sempre compensa dar uma chance a ela. Usamos tanto o Tripadvisor quanto o Google Maps – neste, basta você pesquisar “restaurants” que eles serão incluídos no mapa, com seus respectivos ratings e comentários. Notamos que se você vai para uma cidade grande e muito turística (como Paris, Londres ou Roma) é bom você saber em que restaurante entra – senão o risco de pagar caro e não comer muito bem é grande. Para cidade pequenas, mesmo que bem turísticas, temos a impressão que a qualidade dos restaurantes é mais homogênea e seu risco de se dar mal é menor. E nós temos uma regra: quase nunca comemos duas vezes no mesmo restaurante, por mais que tenhamos gostado da comida. É um bom modo de criar a oportunidade de experimentar novos sabores.

Mas é claro que antes de fazer tudo isto você precisa chegar lá: o site mais legal que conheço para pesquisar o preço de passagens aéreas é o Momondo. O problema é que ele não pesquisa as várias companhias aéreas de baixo custo que existem na Europa – e elas são várias… Esta página da Wikipedia tem uma lista destas companhias, mas as maiores na Europa são a Ryanair e a easyJet. Se vai usar uma delas, não deixe de checar exatamente onde é o aeroporto em que vai aterrisar (alguns são absurdamente fora-de-mão) nem de pagar a taxinha que te dá embarque preferencial – é uma maravilha se acomodar antes do batalhão invadir o avião e você ainda estará economizando uma boa grana. Trens também são uma ótima opção – a página internacional da B-rail é a melhor de se pesquisar, na minha opinião. Sei que há uns passes válidos por 1 semana, 1 mês, etc. mas nunca os usamos e não sei dizer se valem a pena. Sempre cheque a duração da viagem – alguns trens são uma verdadeira roubada em termos de tempo perdido… Dependendo da distância / disposição / budget, você ainda pode dar uma olhada na eurolines para checar viagens de ônibus a partir de algumas cidades belgas. Na Holanda você ainda pode usar o 9292 para planejar suas viagens, incluindo trem e ônibus. Funciona muito bem e indica direitinho horário, duração e números do trem/ônibus. Se você vai alugar um carro, um GPS é uma baita ajuda, especialmente quando você entra numa nova cidade: várias são tão antigas e tem ruas tão irregulares que não é fácil você se orientar. Pode parecer estranho, mas não deixe de checar o preço de um aparelho novo; algumas locadoras cobram tão caro para incluir o GPS na diária que se você alugar o carro por 4 ou 5 dias já dá para comprar um – com a vantagem de levar ele para casa depois. Dê uma olhada em lojas como a FNAC, MediaMarkt ou Amazon para ter ideia do preço no país que vai visitar – só não se esqueça de checar se você conseguirá carregar mapas do Brasil quando voltar.

Finalmente, nada melhor do que uma boa cama depois de andar o dia inteiro conhecendo uma nova cidade. Quase sempre usamos o Booking.com; fácil de usar, comentários bastante confiáveis e por vezes com opções diferentes e interessantes – em Berlim, por exemplo, ficamos em um business flat super bacana e com ótimo preço quando comparado a hotéis. Na Itália, porém o Venere funcionou muito melhor; ótima dica de uma ex-colega do MBA. Pretende ficar um período mais prolongado em alguma cidade? Recentemente descobri a Interhome, que aluga apartamentos e casas para períodos de pelo menos uma semana. Não experimentamos e portanto não posso comentar o serviço, mas parece bem organizado e vale uma checada.

Para terminar, algumas dicas rápidas:

  • Este é um post com informações bem gerais – a Fê normalmente escreve sobre nossas viagens, então veja se já visitamos a cidade que você pretende conhecer para dicas mais específicas
  • Descubra o site da cidade onde vai ficar – normalmente você terá boa informação lá. Se você quiser visitar vários museus ou atrações, ou ainda usar bastante o transporte público, várias cidades tem o seu city pass. No geral eles não são tão baratos, então pense se compensa para você antes de comprar
  • Tente descobrir se há algum festival ou outro grande evento na cidade. Pode ser muito especial – chegamos em Berlim exatamente na véspera da comemoração dos 10 anos de queda do muro! – ou uma roubada – como pagar uma fortuna por um hotel em Amsterdam no Queen’s Day. O site Le cool tem informações sobre eventos em algumas cidades
  • Roteiros menos convencionais podem ser uma ótima. Em Viena conhecemos uma senhora austríaca que mora no Canadá e que sempre vai para a cidade porque adora ópera; ela nos sugeriu uma agência que organiza passeios para assistir óperas em… Bratislava, na vizinha Eslováquia! Ela ficou impressionada não só com a ópera, mas também com a cidade e o jantar incluso. Infelizmente não conseguimos fazer o passeio (não é organizado todo dia), mas da próxima vez teremos mais sorte 😉
  • Verifique o horário das atrações que pretende visitar e o ritmo de vida local. Apague a ideia de 24×7 no momento em que pisar em solo europeu – as coisas simplesmente não funcionam assim por aqui. Mesmo atrações turísticas e lojas estarão fechadas às 5 da tarde em alguns países. O ritmo de vida se aplica bastante ao horário das refeições – na Bélgica você verá muita gente jantando às 6 e meia da tarde, enquanto na Espanha a maioria dos restaurantes ainda estará fechada 🙂
  • A gente gosta muito dos tours da New Europe – são feitos a pé ou usando o transporte público e você paga no final o quanto acha que valeu. Exatamente por isto os guias em geral são muito bem preparados e conhecem bem a cidade, mas é claro que há altos e baixos (achamos o tour em Londres um pouco fraquinho, enquanto os de Amsterdam e Berlim foram bem legais)
  • Um bom Bed & Breakfast pode ser uma excelente alternativa a um hotel. O mesmo vale para um business flat – que ainda tem a vantagem de te dar a flexibilidade de preparar um lanchinho na “sua” cozinha
  • O euro é uma mão-na-roda; não só você não precisa trocar dinheiro em cada país que visita como também acaba tendo uma boa referência de preços. Outra mão-na-roda é sacar dinheiro direto da sua conta no Brasil, usando Maestro ou Electron. E aposente um pouco seu cartão de crédito, pois fora de hotéis eles não são tão usados (e normalmente vão te cobrar uma taxa extra para aceitar o cartão)
  • Se realmente quiser descobrir atrações ou eventos diferentes, mergulhe nos blogs, especialmente de expatriados que estão vivendo na cidade/país – você precisa garimpar por boa informação, mas quando você a acha vai descobrir algumas coisas muito, muito bacanas
  • Em um país como a Bélgica, você verá as garçonetes darem um pequeno sorriso quando você pede para experimentar a cerveja da cidade. Mas deixando a simpatia de lado, é legal experimentar os produtos locais – outros exemplos foram os vinhos brancos de Luxemburgo, os feitos com a Bikavér, na Hungria e o salame de javali, na Toscana
  • Para saciar sua gana consumista, esqueça aquelas tranqueiras que só turistas compram, sempre iguais em toda cidade 🙂 Garanto que será muito mais legal encontrar algo diferente (mas nem por isso caro!) que é a cara da cidade, como um cristal em Praga, uma porcelana azul em Delft ou um guarda-chuva na Bélgica 😛
  • Uma das coisas mais legais da Europa é a diversidade de culturas. Você viaja 100, 200 Km e bam! está frente a outros costumes, língua, comida e cultura – até mesmo uma perspectiva diferente dos mesmos fatos históricos. Ignorar isto ou se ater aos clichês (do tipo “os garçons na França são um saco!”) é perder no mínimo 50% da viagem, na minha opinião. E só para constar: os garçons na França são mesmo um saco. Pelo menos em Paris 🙂
  • Por fim, imprevistos vão acontecer. Aproveite, aprenda e se divirta. Afinal, é para isto que servem as viagens 🙂
PS: minha ideia é atualizar este post quando descobrir mais alguma coisa que vale compartilhar. Então não deixe de dar uma olhada nas últimas atualizações quando estiver planejando sua viagem!

Os vinhos húngaros

Quando fomos para Budapeste já sabia que iria deixar as cervejas um pouco de lado e experimentar os vinhos húngaros. Afinal, é da Hungria que vem um vinho fantástico, o Tokaji. E meu colega húngaro, o Csaba, havia ajudado na organização de uma festa de queijos e vinhos muito bacana, quando tivemos a chance de provar alguns vinhos de sua terra natal.

Aproveitei para pedir algumas dicas para ele e o Csaba nos deu três ótimas sugestões de restaurantes (a Fê vai escrever sobre eles depois) e de alguns vinhos.

Quem está na Hungria e gosta de vinhos não pode deixar de provar mais de um tipo de Tokaji: o Aszú, o famoso vinho de sobremesa, o Szamorodni, também doce mas produzido com uvas “botritizadas” (um tipo de fungo que ataca as uvas e faz com que elas percam suco, mas ganhem concentração de açúcares) e o Furmint, que é feito com as mesmas uvas mas é um branco seco (na verdade a Furmint é apenas um dos 6 tipos de uvas que podem ser usadas na produção do Tokaji, mas se procurar um Tokaji seco é muito provável que encontre este vinho, não os feitos com os outros tipos). Quanto aos tintos, o Csaba sugeriu vinhos feitos com a Bikavér, um tipo de uva nativa da Hungria cujo nome significa algo como “sangue de touro”.

Agora vamos aos vinhos: o Bolyki Egri Bikavér foi o Bikavér que mais gostamos, mais do que o Takler Bikavér Reserve ou o Egri Bikavér. Dois Tokajis deliciosos são o Szepsy Szamorodni e o Degenfeld 6 Puttonyos Aszú, especialmente o último. Por fim, o Vörcsöki Furmint é um branco que vale muito a pena experimentar.

E isso é só uma amostra

Chegamos na China há 16 dias e tanta coisa aconteceu que não sei por onde começar.

Tudo é novo e muito curioso, mas por vezes bastante complicado de se lidar, mesmo estando com a mente completamente aberta para o novo. 🙂
Como todo processo de adaptação, tudo no começo é curioso, interessante, engraçado e passado algum tempo, especialmente no nosso caso, depois de alguns constantes e freqüentes “atropelos”, a situação começa a mudar… Mas deixemos isso para depois. 😉

Chegamos em Beijing, foi uma viagem tranqüila, mas desde o avião já começamos a nos deparar com a danada da diferença cultural.
O rapaz que se sentou ao meu lado não parou quieto um minuto sequer. ‘Acomodou’ as bagagens de mão com uma delicadeza ímpar, fechou o compartimento de forma ainda mais delicada, quando se sentou minha poltrona balançou com veemência, folheou todas as revistas em questão de minutos, pediu as minhas parar folhear, quando queria falar com o filho que se sentava na frente, simplesmente batia em sua cabeça, logo que recebeu o jantar e o café da manhã abriu todos os potes e imediatamente começou a comê-los, ficou mudando de canal freneticamente e finalmente ficava contemplando a tela com o mapa que mostrava o trajeto do avião, altitude, tempo de vôo, etc… Até que finalmente capotou e dormiu… Ufa! Eu já estava exausta!

Mas esse não era o único figura no nosso vôo, pelo contrário, figuras exóticas era o que não faltava. Na fila, ou no amontoado de gente que se formou para entrar no avião, um senhor já um pouco mais velho ficou um pouco para trás em relação a sua família e logo notamos o seu desespero… Tentava se enfiar por um lado, tentava pelo outro, quando finalmente furou fila, desesperadamente correu pelos corredores até chegar na outra fila, ou amontoado de gente, para entrar no avião e o desespero começou novamente. Tentava por um lado, tentava pelo outro e o empurra-empurra foi a solução para o problema desse senhor. O casal na nossa frente (não chineses) ria e comentava com a mesma curiosidade que nós 🙂 … Vai que ele perdia o assento dele… Coitado!?

Já no corredor dentro do avião, aquela muvuca usual estava um pouco mais caótica. Bem na nossa frente um rapaz carregava uma mochila nas costas daquelas bem compridas, devia medir um metro, e mais uma pasta pendurada no outro ombro. Para caminhar pelo estreito corredor o rapaz era incapaz de colocar as malas para frente ou para trás do seu corpo; não, ele queria passar por entre as poltronas com tudo lado-a-lado: pasta/corpo/mochila… Conclusão, além de empacar a nossa entrada, todos os passageiros sentados no corredor foram esbofeteados.

E eu? Só pensava: “Meu Deus, será essa só uma amostra do que nos espera na China? Dai-me muito bom-humor para lidar com isso!!!” 😀
Ah! Foi com o rapaz do meu lado, após suas refeições, que aprendi que arrotar é uma coisa mega normal… Urgh!

E essa é a minha visão, mas se perguntarmos a um chinês sua descrição seria completamente diferente. E viva a diversidade cultural! 😀

Fotos, fotos e mais fotos!

Gente, se tem uma coisa legal desse mundo moderno são as câmeras digitais… esses brinquedinhos são incríveis! heheh

Ainda temos muito o que aprender… Gabi, help! Parece fácil, mas não é! Se você sabe como ajustar, pelo menos um pouquinho, os resultados são ainda mais legais!

Bem, o negócio é o seguinte: tenho colocado as principais fotos das nossas aventuras no Flickr e não é que tivemos mais duas fotos nossas escolhidas para compor um guia online de viagens.

A primeira foto selecionada foi em 2007 de uma viagem que fizemos para Denver, no Colorado, Estados Unidos. E agora outras duas fotos nossas fazem parte do guia Schmap 2009.

As fotos são as seguintes:

Grote Markt aqui em Leuven (clique aqui para ver a foto no Flickr ou aqui para ver o guia online).

E Vondelpark em Amsterdan (clique aqui para ver a foto no Flickr ou aqui para ver o guia online).

Ficamos super felizes e meio orgulhosos também 😉

Bruges… Que sábado delicioso!

Pegamos um trem e em 1h30 chegamos a Bruges. Alguns guias de viagem dizem que Bruges é um dos locais turísticos mais procurados da Bélgica. E acredito que realmente seja, porque o centro histórico realmente é incrível, as construções medievais são maravilhosas, as ruas todas sinuosas, o que dá ainda mais charme à cidade e canais cortando toda a cidade.

As construções datam do século 13, quando Bruges vivia a “idade de ouro”, uma vez que era o centro internacional do comércio de tecidos que nela floresceu por cerca de 200 anos a partir desse século.

Igreja_Nossa_SenhoraAs ruas na cidade são bem conservadas, não há poluição visual (outdoors ou prédios) e mais uma vez o trânsito é praticamente de bicicletas. Até se vê mais carros que em Leuven, mas por se tratar de uma cidade ainda mais turística, vimos muita gente andando a pé.

Nossa primeira visita foi à Igreja de Nossa Senhora, uma igreja magnífica construída em 1.220. Sua torre mede 122 metros, é realmente muito alta. Logo que saímos da estação de trem já podíamos avistá-la, também a torre da Igreja de Nossa Senhora é a segunda torre de igreja mais alta na Bélgica (a catedral de Antuérpia tem a maior torre com 123 metros… foi por pouco, hein?!).

MadonaPor si só ela já é linda, o teto é esplendoroso, peças enormes e magnífica entalhadas, uma leveza no ar que só estando lá para sentir, não tenho palavras para descrever… e como se não bastasse lá está a Madona (Maria com o menino Jesus) de Michelangelo, uma das raras obras de Michelangelo que está fora da Itália. A escultura é em mármore Carraca e traz uma delicadeza nas expressões deliciosa!

A única coisa que não pudemos ver direito foi o detalhe da torre, pois estavam com um trabalho de restauração, então grande parte da torre está coberta com aquelas proteções de segurança. Mesmo assim, é uma igreja lindíssima.

Depois andamos por todo o centro histórico e fizemos um agradável passeio de barco pelos canais que cruzam a cidade. Vimos outras construções bárbaras como do Hans Memling Museum e St Janshospital – um hospital do século 12 que funcionou até 1976, a Viela do Burro Cego – uma passagem estreita do século 18, Stadhuis – uma das mais antigas prefeituras da Bélgica (mas o prédio da prefeita de Leuven é bem maior e no mesmo estilo), o Teatro Municipal… e também o Belfort – incrível: erguida no século 18 a Belfort é uma torre octagonal, maravilhosa, na qual é guardada Belforta carta constitucional da época medieval. 47 sinos estão em sua torre e quando tocam ecoam uma melodia lindíssima e o guia do passeio de barco comentou que há 366 degraus, mas isso nós não conferimos 😉

No almoço comi os tão famosos Mexilhões (ou Mosselen em Holandês)… hum estava uma delícia!!!

O dia estava ensolarado, mas com um ventinho bem frio… Que sábado gostoso!

Na volta passamos no Begijnhof, um convento que fica em uma área muito tranqüila na cidade. Tem um grande gramado no meio com muitas árvores e ao redor casas brancas e uma igreja de 1.602. Ali moram as Beguinas, uma irmandade laica fundada em 1.245, elas não tomam voto, mas dedicam-se à vida religiosa. Quando entramos na igreja, algumas delas estavam lá orando em forma de canto…muito, muito especial!

E por fim passamos por um dos parques da cidade… uma graça!

Pegamos o trem e logo chegamos à Leuven e, para a nossa surpresa, nos deparamos com um tango bem alto, nos aproximamos do pátio, de onde vinha a música, e lá estavam casais bailando… que surpresa gostosa!

Ah! Atendendo à pedidos estamos colocando algumas fotos no Flickr, o link é http://www.flickr.com/photos/fernanda_relvas/