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Bate coração

Meu coração estava apertado, apertadinho mesmo. Por dois motivos muito importantes: minha amada mãe e meu amado marido.

Minha mãe havia se submetido à uma cirurgia que deveria ser simples, mas que infelizmente trouxe uma certa complicação e muito desconforto, fazendo com que ela fosse internada. E eu aqui, sabendo que as coisas não estavam lá muito bem, minha irmã sobrecarregada e ainda se esforçando em me dar notícias de forma mais suave, sem me alarmar. Mas o nosso coração é muito mais astuto que as palavras, e claramente eu sabia que as coisas não estavam muito bem.

Meu segundo motivo de apreensão era a distância do meu amado marido. Mesmo sabendo que ele estava bem e vivendo experiências mais que interessantes na China a distância e o vazio no peito que ela traz são muito angustiantes.

De toda forma esses são momentos que me fazem agradecer à Deus, por todas as bençãos em forma de pessoas que recebi e ainda estou recebo em minha vida! E ainda me fazem reconhecer que qualquer dificuldade apresentada, não necessariamente é um problema, pode ser, e na grande maioria das vezes é, uma grande oportunidade para nosso aprendizado, reflexão e etc.

Na volta de China o vôo do Dú chegaria em Paris, dessa forma, combinamos de aproveitar para nos encontramos lá e conhecer a cidade Luz. Tenho que admitir que vontade eu não tinha, mas seria uma boa oportunidade para ele e para mim relaxarmos e aproveitarmos alguns dias em uma rotina e local diferentes.

Na madrugada do sábado me encontrei com o Thomas, marido da Yanan uma colega de turma do Dú, e partimos rumo à Paris. Uma viagem de três horas, bem tranquila e significativa. Nas palavras do Thomas: “Fizemos uma viagem estimulante. Foi tranquila e ainda tivemos o Sol como companhia, que iluminava delicadamente a estrada que nos levaria ao encontro dos nossos amados”. Romântico, não?! 😛

E assim foi. Às 8h30 estávamos no aeroporto de Paris esperando para encontrá-los. Que abraço delicioso e apaziguante! Indescritível a sensação, dessa vez gostosa, do coração apertado e palpitando sensivelmente, a ponto de verdadeiramente sentí-lo pulsando dentro do peito alegre e entusiasmado. 😛

Do aeroporto, passamos no hotel para deixarmos as malas e saímos em busca de um café, porque, afinal de contas merecíamos um café da manhã francês em um café tipicamente francês. 😉

Nos sentamos ao Sol, desfrutamos um café com leite, um belo suco de laranja natural e um croissant invejavelmente delicioso além da doce companhia dos nossos queridos e amados esposo para mim e esposa para o Thomas. 😛

E para encher ainda mais nossos corações de alegria, essa era a paisagem em frente ao café:

Meu coração estava apertado, apertadinho mesmo. Por dois motivos muito importantes: minha amada mãe e meu amado marido.

Minha mãe havia se submetido à uma cirurgia que deveria ser simples, mas que infelizmente trouxe uma certa complicação e muito desconforto, fazendo com que ela fosse interna. E eu aqui, sabendo que as coisas não estavam lá muito bem, minha irmã sobrecarregada e ainda se esforçando em me dar notícias de forma mais suave, sem me alarmar. Mas o nosso coração é muito mais astuto que as palavras, e claramento eu sabia que as coisas não estavam muito bem.

Meu segundo motivo de apreensão era a distância do meu amado marido. Mesmo sabendo que ele estava bem e vivendo experiências mais que interessantes na China a distância e o vazio no peito que ela traz são muito angustiantes.

De toda forma esses são momentos que me fazem agradecer à Deus, por todas as bençãos em forma de pessoas que recebi e ainda estou recebo em minha vida! E ainda me fazem reconhecer que qualquer dificuldade apresentada, não necessariamente é um problema, pode ser, e na grande maioria das vezes é, uma grande oportunidade para nosso aprendizado, reflexão e etc.

Na volta de China o vôo do Dú chegaria em Paris, dessa forma, combinamos de aproveitar para nos encontramos lá e conhecer a cidade Luz. Tenho que admitir que vontade eu não tinha, mas seria uma boa oportunidade para ele e para mim relaxarmos e aproveitarmos alguns dias em uma rotina e local diferentes.

Na madrugada do sábado me encontrei com o Thomas, marido da Yanan uma colega de turma do Dú, e partimos rumo à Paris. Uma viagem de três horas, bem tranquila e significativa. Nas palavras do Thomas: “Fizemos uma viagem estimulante. Foi tranquila e ainda tivemos o Sol como companhia, que iluminada delicadamente a estrada que nos levaria ao encontro dos nossos amados”. Romântico, não?! 😛

E assim foi. Às 8h30 estávamos no aeroporto de Paris esperando para encontrá-los. Que abraço delicioso e apasiguante! Indescritível a sensação, dessa vez gostosa,  do coração apertado e palpitando sensivelmente, a ponto de verdadeiramente sentí-lo pulsando dentro do peito alegre e entusiasmado. 😛

Do aeroporto, passamos no hotel para deixarmos as malas e saímos em busca de um café, porque, afinal de contas merecíamos um café da manhã francês em um café tipicamente francês. 😉

Nos sentamos ao Sol, desfrutamos um café com leite, um belo suco de laranja natural e um croissant invejavelmente delicioso além da doce companhia dos nossos queridos e amados esposo para mim e esposa para o Thomas. 😛

Jantarzinho especial

Na última quinta-feira, ainda sem os maridos, nos reunimos na casa da Daniele para um jantarzinho. A Daniele foi responsável pelo jantar, a Shereen pela sobremesa e eu pelo vinho.

Nos encontramos às 20h. Rimos, comemos, conversamos, conhecemos um pouco mais umas sobre as outras, contamos e ouvimos histórias de nossas vidas e finalmente às 2h voltamos para nossas casas.

Ruas vazias e frias… Assim como nossas camas. 😦

Ai quantas saudades!!!! Mas… Sábado às 5h da matina saímos de Leuven, o marido da Yanan e eu, rumo à Paris para encontrarmos nossos amados e para curtimos um pouco da cidade Luz!

Preenchendo nossos corações

Na tentativa de acalmar nossos corações em função das saudades que sentíamos dos maridos que estavam lá na China, tentávamos nos ocupar, especialmente as nossas noites… momentos mais difíceis dessa longa jornada de apenas duas semanas.

Na segunda quarta-feira solitária, Shereen e eu, saímos para almoçar… Isso já era 17h. Já dá para imaginar como estávamos sem referência… hehehe

Ficamos umas 3 horas no restaurante. Como sempre, conversamos sobre tudo, uma conversa muito inspirador. Depois passamos na nossa sorveteria preferida, a t’Galetfe, que já está aberta novamente (vê se pode? Os caras fecham 3 meses no ano!). Dessa vez experimentei um sabor novo, chocolate branco com corn flakes… Divino!

Ficamos caminhando pelas ruas de Leuven, bem sem destino e nos deparamos com uma bandinha no Grote Markt. Estavam na escadaria da prefeitura tocando uma música muito gostosa. Logo começaram a marchar pelas ruas de Leuven e decidimos seguí-los. Para nossa grata surpresa, foram para uma Igreja bem bonita que nunca está aberta. Mesmo sem saber o que ia rolar, entramos atrás deles. 😆

A igreja estava incrivelmente bonita. Estava com algumas obras de um artista plástico no chão com iluminação azul… Lindo! Os músicos se acomodaram, nós pegamos cadeiras, uma senhora passou com uma bandeja com copinhos servindo diferentes tipos de cerveja (na Igreja?) e logo começou o concerto. Isso mesmo, um concerto, em plena quarta-feira, na Igreja super estilizada e de graça! 😛

O concerto foi lindíssimo e muito emocionante até mesmo pelo local onde foi realizado. Que delícia!

E o que é melhor ainda, esse mesmo concerto acontecerá nas próximas 12 quartas-feiras… Eba! Programão!

Saudades do Brasil

Depois da visita ao Parlamento Europeu aproveitamos que estávamos em Bruxelas e fomos experimentar um restaurante brasileiro.

Para nossa surpresa boa parte do pessoal que estava na visita nos acompanhou… E estavam bem entusiasmados!

O restaurante se chama Saudades do Brasil. E nosso desafio começou já pelo nome, como explicar a sutileza do significado da palavra Saudades? 😉

A decoração é super legal e com vários objetos bem representativos da cultura brasileira. Tem até um Manneken Pis preto e vestido com uniforme da seleção brasileira de futebol… Lindinho!

A maioria foi de Moqueca de Camarão ou Feijoada, seguindo nossas sugestões. Além do à la carte tem também a opção do buffet. Os que foram de buffet adoraram.

Como já era esperado o tempero estava longe de ser como o de Salvador. Senti falta do azeite de dendê e da pimenta porreta, mas valeu suuuper! Deu para matar um pouco das Saudades do Brasil! hehehe

O Reggie, um americano bacanérrimo que já viveu no Rio de Janeiro, não acreditou quando descobriu o Guaraná no cardápio! E como não podia deixar de ser ele foi de Guaraná e Duvel! E rola Guaraná na mesa. 😛

Além do Guaraná, também tinha Skol. O Steve, o escocês, perguntou o que era e ficou super curioso para experimentar essa cerveja que seria tão diferente das que ele conhece, mas infelizmente não tinha Skol naquele momento. 😦

Valeu! Simples e agradável! 🙂