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Bush Beer

OK, o nome não parece promissor… Mas mesmo assim resolvi arriscar.

bush_ambree_bout_verre_rempli_301x400Felizmente, nem sempre as coisas são o que parecem. Esta não deve ser uma cerveja muito comum por aqui, especialmente porque a experimentei em um bar que tem uma relação longa e categorizada de cervejas (esta estava entre as “cervejas especiais”). Quem acha a Duvel forte (8,5% de álcool), fica sem ter o que falar desta (12% de álcool, e não é nenhum engano!). O interessante é que a Duvel e as cervejas Tripel não aparentam ter um teor tão alto, mas esta não deixa dúvidas.

Pesquisando o site da cervejaria, descobri que esta é a cerveja Amber deles (eles tem outras cervejas especiais que parecem bem “apetitosas”…). A cerveja em si é muito boa e ao mesmo tempo muito diferente; seu aroma é fresco, o sabor tem um amargor bem suave e balanceado e traz uma sensação parecida com o retrogosto de uma bebida mais forte, como um whisky. Enfim, uma cerveja que vale muito a pena experimentar.

Agora tenho que ficar atento para ver se encontro as outras cervejas da mesma cervejaria 🙂

As melhores frases do MBA

Esta semana fez um mês que estou estudando… O tempo passou voando, e é engraçado como já sentimos que conhecemos uns aos outros há muito tempo (bem, sempre há algumas exceções :)). Para “comemorar”, resolvi juntar algumas das melhores frases que apareceram durante este mês (pelo menos as que lembrei…):

  • “Vocês parecem realmente acabados.” – nosso professor de Managing Across Cultures, o principal responsável por isto
  • “Alguns claramente parecem ter envelhecido ao longo desta semana.” – o mesmo
  • “Eu quero ouvir a opinião dele!” – um dos nossos colegas, durante a apresentação dos trabalhos de Managing Across Cultures; “Realmente é um holandês fazendo uma pergunta para um japonês…” – nosso professor, colocando panos quentes na situação…
  • “Ninguém se sente realmente belga.”
  • “Ele é australiano, certo? Inglês? Putz, é ainda pior!” – nosso professor de empreendedorismo, brincando com a nacionalidade de Richard Branson
  • “Você sabe que este estudo foi feito na Inglaterra porque os Estados Unidos estão dentro de ‘Antigo Império Britânico’.” – nosso professor de empreendedorismo, de novo
  • “A única pessoa que gosta de mudança é um bebê com a fralda molhada.” – mais uma do nosso professor de empreendedorismo
  • “Eles tem uma coisa muito complicada aqui, chamada Duvel” – um dos meus classmates, lembrando de suas desventuras com uma cerveja muito, muito forte
  • “Trouxe minha esposa hoje (estávamos em um bar) especialmente por sua causa” – outro classmate, para a Fernanda. “É verdade?” – a Fernanda, surpresa com o comentário. “Bem, na verdade não…” – ele, não conseguindo escapar da sua cultura de falar claramente o que pensa (mas um pouco constrangido :))
  • “Não quero falar com você hoje!” – meu classmate hermano, na manhã seguinte do jogo Brasil x Argentina (o pior é que ele realmente é fanático por futebol…)

Duvel

Esta é uma cerveja clara, mas do tipo strong golden ale, bem diferente do que normalmente esperaríamos de uma cerveja clara. Primeiro porque ela é muito forte (8,5% de teor alcoólico), segundo porque ela é bastante encorpada. Descobri que seu nome significa “diabo” no dialeto falado em Antuérpia e Brabante; parece que tem algo a ver com um comentário que saiu em um jornal da época. Mas falando sério: o que leva alguém a mudar o nome da sua cerveja de Victory Ale (Ale da Vitória, ou algo assim) para Diabo? Bom, deixando isto de lado, a cerveja é muito, muito boa mesmo.

Outro parênteses: por que uma língua que já é mais ou menos um dialeto do holandês precisa ter seus próprios dialetos? Um dos meus classmates, um chileno que vive há um ano em Bruxelas, me contou que, pelo que sabe, nem os holandeses gostam de conversar com os belgas de Flanders em holandês. Parece que os holandeses estranham o sotaque dos belgas, então preferem conversar em inglês… Cada vez menos motivos para aprender esta língua… Uma das poucas exceções vale para a pronúncia correta do nome de cada cerveja, é claro 🙂