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Uma questão de…. direção!

Do mesmo jeito que os chineses pensam eles andam, dirigem/manejam carros, bicicletas, riquixás e barcos, entram e saem do metro, do elevador…. 😀

Estávamos em um dos parques em Beijing quando começamos a ouvir uma buzinaiada doida… Olhamos para o lado e nos surpreendemos com os barcos todos engarrafados, mas a bangunça não parou por aí. Os barcos que estavam se aproximando ao invés de esperarem continuaram em direção ao canal e a zona só aumentou… heheheh

Delft, Holanda

Mais uma decisão no susto e… Vamos viajar!

Queria muito ir visitar o Keukenhof, famosa exposição de tulipas que anualmente ocorre na Holanda. Foi como o meu presente de aniversário. 😀

Tinha um ônibus que saia de Leuven às 7 da matina, fazia um percurso louco e chegava lá lá pela 1 da tarde, mas decidimos fazer outra coisa: Pegamos um trem com destino à Delft, a famosa cidade das porcelanas pintadas à mão em azul. Assim aproveitaríamos para conhecer Delft, depois em 30 minutos (de trem) iríamos para Leiden, também conheceríamos a cidade e em mais trinta minutos (de busão) chegaríamos no Keukenhof! Essa foi uma decisão mega boa! 😀

Chegamos por volta de 19hs em Delft e para nossa surpresa o hotel era um mega hotel (Hampshire)… hehehe… Deixamos as coisas e fomos bater pernas. Essa é uma das grandes vantagens da primavera/verão na Europa…Anoitece beeem tarde!

A cidade é muito lindinha. Super pequena, bem parecida com Amsterdam, canais por todo o lado e muito tranquila, talvez porque fosse dia de semana e véspera de feriado.

Paramos para jantar no Café Restaurant Royal. Comidinha boa, ambiente bem rústico (tinha até um quadro de uma vaca em cima da lareira 😉 ) e o mais legal é que parece que todos se conhecem. Todos que entravam cumprimentavam quase todo mundo que estava lá. O povo mudava de mesa para bater-papo e tinha alguns que entravam, cumprimentavam todo mundo, tomavam uma cervejinha do bar e iam embora… Coisas de cidade pequena. 😛

Tiramos algumas fotos da noite em Delft e fomos para o hotel descansar, pois no dia seguinte rumaríamos à Leiden/Keukenhof. Ao chegarmos ao hotel nos demos conta que esquecemos a pasta de dente… ai… pelo menos tínhamos um fio dental para quebrar o galho. 😆

Segundo dia foi dia de Keukenhof e Leiden, mas esse é um causo para outro post. 😉

Terceiro dia passeamos por Delft. Era um sábado e a cidade estava super movimenta e para a nossa sorte estava rolando uma feira de antiguidades, como aquelas da Benedito Calixto, à beira dos canais… Um charme!

Vimos também uma criança e um dos vendedores da feira usando o sapato de madeira tão característico da Holanda. Lindinhos!

Visitamos as igrejas Velha e Nova (Oude Kerk de 1246 e Nieuwe Kerk de 1351… e ainda a chamam de nova 🙂 ), lindas! E os órgãos então?! E como somos mega sortudos, enquanto visitávamos uma delas, começaram a tocar o órgão… Mágico! Senti como se as notas musicais fossem um belo e singelo bálsamo. Obrigada Deus!

Paramos para um almoço rápido e bem gostoso ao Sol. Ah! O Dú já contou sobre a cerveja que ele tomou nesse post aqui.

Logo depois fomos para a estação para voltarmos para Leuven, mas antes uma paradinha da padaria para comprarmos mais duas tortinhas de castanhas que havíamos experimentado quando voltávamos de Leiden no dia anterior. 😀 Prazeres da vida!

Ah! Mais uma curiosidade: Assim como em Leuven e Amsterdam as bicicletas estavam por todo lado. Encontramos até um guardador de bicicletas que parece um daqueles potes de pão de forma, manja?

Minha Ferrari

Uhuuuu! Hoje fui buscar minha bicicleta na revisão. hahahah

Sabe aquela sensação de quando você pega o carro da revisão e parece que é outro carro? Alinhado, balanceado, etc e tal? Tive a mesma sensação ao pegar a minha super bike. 😀

O freio de trás tinha quebrado e as marchas não funcionavam mais… Agora tudo no lugar! Minha máquina ficou o máximo. hehehe

O dia depois da neve..

Agora à tarde dei uma saidinha nesse dia frio de -7ºC para comprar os ingredientes para uma jantinha especial, já que o meu amor volta hoje… depois de 4 longos e frios dias longe!

Levei a máquina para aproveitar a saida e registrar como fica a cidade depois de um dia de neve.

Os belgas dizem que por aqui não neva muito não e, que na verdade, todos os anos eles rezam para terem um Natal com neve, mas isso é muito raro. Então, mais um motivo para tirar mais algumas fotos!

Vocês podem comparar com as fotos do post “As cores não negam: é outono”. Vejam que aproveitaram para fazer um boneco de neve… hahaha

Adorei o chapéu da lixeira! hahaha

Olha só o estado do meu pé e dessa moto!!!!

Esse é o estacionamento de bicicletas do nosso prédio, nem me arrisco a andar de bicicleta na neve… é tombo garantido!

Olha só a situação dessas bicicletas!

Mas nem tudo são flores… depois da neve as ruas ficam feias e perigosas :-(… com o passa-passa nas calçadas e ruas se forma uma fina camada de gelo… para cair é uma belezinha!

Minha caranga!

Segunda saí cedo para comprar chocolate granulado para acabar de enrolar os brigadeiros. Tínhamos a festinha de natal da turma de inglês e cada um deveria levar algo do seu país. Peguei minha bici e fui ao mercado. Fui sem luva, ui. Não podia sentir meus dedos… o frio realmente chegou essa semana.

Na volta, além de não sentir os dedos, o freio da minha bici pifou! Ou melhor, permaneceu freiando o que definitivamente impossibilitou a minha volta.

Voltei empurrando a bici, mas fazendo a maior força, já que o freio estava travado.

Cheguei em casa e não conseguia nem mesmo travar a bicicleta, estava totalmente sem movimentos finos… de tão dura que estava a minha mão. hahaha

Enrolamos rapidinho o que faltava e peguei a caranga do Dú, ops!, a bici do Dú para ir à escola. Primeiro tirei um fina camada de gelo do banco e depois… foi a vez do malabarismo… hahaha

A bici dele é bem maior que a minha, ou se você preferir, tem o tamanho de uma bicicleta comum para um adulto :-D, mas eu, com todo esse meu tamanho, não conseguia pedalar direito, já que eu não alcançava no pedal se sentada… hahaha

Consegui pedalar na ponta do pé, o maior sufoco! Mas o importante é que cheguei à aula e nos deliciamos com as delícias que cada um tinha levado.

A caranga do Dú quebrou o maior galho! Agora tenho que ir empurrando a minha para o conserto! 😀

A caminho de Amsterdam

Holanda tem um significado triplamente especial para mim:

1. Sempre ouvi muitas histórias contadas pelo meu sogro. Ele trabalhou em uma indústria holandesa e por muitos anos viajou por aquelas terras. Suas histórias são sempre muito ricas e cheias de emoção, o que dá um gosto ainda mais especial à sua narrativa.

2. Minha mãe, apesar de nunca ter visitado, tem uma fascinação incrível pela Holanda, as tulipas, os canais, o leite e etc. Cresci ouvindo que conhecer a Holanda era um sonho seu.

3. E Van Gogh. Sobre ele já contei um pouco no post Girassóis.

Pois bem. O Dú teve uma folguinha de alguns dias e planejamos nossa viagem para Amsterdam, Holanda. E o dia chegou… delícia!

Na sexta, 30 de outubro, acordamos preparamos nossa mala e fomos para a estação de trem arrastando nossa mala por 1,5 Km pelas ruas de Leuven… Pensaram que a saga das malas tinha terminado, não é? 😉

O trem saia às 11h48, chegamos uns 15 minutos antes e na fila para comprar os bilhetes só tinham três pessoas na nossa frente. Beleza! Beleza nada! O senhor que estava no caixa quando chegamos deve ter algum problema, ficou lá um tempão, empacado. Quando faltavam 4 minutos para o trem partir ele se resolveu. Os outros três foram rápidos e com 1 minuto corremos para a plataforma.

Podíamos ir por baixo, pelas escadas rolantes ou por cima, pelo elevador. Fomos por cima e quando chegamos à plataforma que deveríamos descer o elevador estava inoperante, pode?

Olhamos lá de cima o trem paradinho na estação, bateu o desespero. Descemos na plataforma seguinte, descemos pelas escalas, corremos pelo corredor e subimos na nossa plataforma, quando subimos o último degrau… o trem partiu! Vocês tinham que ver a cara do Dú, carregando a mala…. Mais uma para a saga das malas… hahah

Amsterdam 003Logo ele foi para o mural estudar os roteiros dos trens para não termos que ficar 1 hora ali morgando. Então 20 minutos depois pegamos o trem para Mechelen… Chegando lá, outra estudadinha nos roteiros dos trens, corremos para trocar de plataforma e pegamos o trem para Antuérpia. Chegamos em Antuérpia, ufa! Tínhamos uns 30 minutos até o nosso trem sair rumo à Amsterdam e aproveitamos para explorar a estação. Ela é LINDA!

Com toda essa mudança de trens ao invés de ficarmos parados esperando por uma hora, passando um super frio, ainda íamos ganhar uns trinta minutos no final das contas, mas…. logo que o trem de Antuérpia saiu, andamos uns 15 minutos e ficamos parados, por problemas técnicos, quase 1h30… Foi uma diversão ficar parados no trem ouvindo o Dú bufar. 😉

Pelo menos tínhamos nossos lanchinhos, água e ameixa para nos distrair… quando for viajar pela Europa, sempre tenha os seus lanchinhos, tudo no trem é muito caro e todo mundo faz isso!

Por volta das 18h30 finalmente chegamos à Amsterdam. Aí era só pegar o Tram (um bonde mega legal que circula toda a cidade) e nos esparramar no hotel. Na saída da estação já vimos os Trams e a muvuca de pessoas e bicicletas… começamos a sentir o clima da cidade. Em menos de 15 minutos chegamos ao hotel, ufa!

Amsterdam 027O hotel que ficamos foi o Nicolaas Witsen. Um hotel simples, mas simpático. Quarto e banheiro pequenos, mas limpinhos. Não tão perto do centro, mas o que também é uma vantagem, em função do barulho. Com um preço bem bom. O único problema era o colchão, meu Deus! Como eu sou pequena e, conseqüentemente, mais leve acabo não sofrendo tanto com colchões muito moles, mas o Dú…

Nos trocamos e fomos procurar um restaurante para jantar! Fomos para Leidseplein onde tem uma super concentração de restaurantes, bares e clubs. Já no caminho pudemos perceber a zona nas ruas, cada um por si. A escala de prioridade lá é Tram, carro, bicicleta e bem por último os pedestres. A maior muvuca. Você tem que ficar muito atento para não ser atropelado. Ninguém pára para pedestre, não! 😉

Como era época de Halloween, na frente dos clubs se via de tudo, tudo mesmo… Sentimos mais um pouco do clima da cidade.

Depois de percorrer quase todos os restaurantes escolhemos o Sherpa, um nepalês/tibetano e foi uma escolha bem acertada. Um restaurante pequeno e bem típico, decoração, música e garçons. Tudo muito gosto e não muito caro!

Voltamos para o hotel e fomos dormir, afinal tínhamos que estar bem dispostos na manhã seguinte para explorarmos Amsterdam, mas… no meio da noite acordo com o Dú se mexendo e caio na besteira de perguntar: “O que foi?”, e como já era de se esperar, ele meio dormindo resmunga: “Está tudo errado! Esse colchão é uma droga, o travesseiro é grande, eu estou com calor. Está tudo errado!”“Tá bom, Dú. Volta a dormir.” hahahaha

Sofá cama que nada…

Uma querida amiga vem nos visitar. Ficamos muito feliz com a notícia, mas aí veio o desconforto: onde ela vai dormir? No sofá?

Pensamos em comprar um sofá cama, mas um novo é bem caro e na second hand nunca tem… deve chegar e logo sair, mesmo porque essa loja aqui é sem fins lucrativos e as coisas são bem, bem baratinhas!

Mas a Thaís deu uma idéia muito boa… de comprarmos um colchão inflável! Como não tínhamos pensado nisso antes?

Pois bem, muquinha que sou pesquisei na internet, rodei as lojas aqui do centro, e, como nada é por acaso, recebemos uns encartes de promoções de um monte de lojas e uma delas era de material de construção e tinham dois colchões em promoção.

Ontem logo que voltei da aula de inglês, fui até a loja… um sufoco. São quase três quilometros daqui de casa, mas achei que de bike ia ser moleza… engano o meu… Acho que 1/3 do caminho era uma subida, não muito íngrime é verdade, mas com uma bicicleta que só tem uma marcha funcionando, e claro, a que funciona é a mais pesada… foi um pouco difícil! Mas tudo bem, tenho que fazer exercício… hehehe

Cheguei lá suada e olha que estava só 13graus e um ventinho bem gelado! É uma loja gigante, perguntei pelo colchão e o rapaz me mostrou onde estavam, mas o de 10,00 euros (que era o que eu iria comprar) não tinha a bomba acoplada :-(. Já pensou encher um troço desse na mão?

Vi outros colchões, muito mais caros, e também as bombas separadas. A bomba mais barata era manual, mas ficaríamos a noite inteira para encher um colchão daquele tamanho… hehehe… e a bomba automática era 25,00 euros, então decidi comprar o outro colchão que estava em promoção… esse foi mais caro 39,95 euros… mas comparando as opções (que tinham na loja e as que eu já tinha achado em outros lugares) acho que foi a melhor escolha.

Ele é maior que o outro (163x208cm o outro era 137x191x22cm), é duplo, ou seja, 47cm de altura e vem com a bomba automática acoplada. Tudo de bom! Na caixa diz que em 4 minutos ele está cheio…. e não é que é verdade mesmo?

conchao

Mas a história não acaba aí, não! Bem, como esse é bem maior, o peso também o é! Acho que deve ter uns 10 quilos ou um pouco mais… peguei a caixa e rumei à minha super bike… saquei minha super cordinha e minha super sacolona da Ikea (pau-para-toda-obra) da mochila e estudei por uns minutinhos como amarrar a caixa na garupa… foi uma gambiarra só, mas no fim funcionou. 😉 Aí é que percebemos como somos criativos… hahaha

Como na ida foi subida, na volta foi descida… ufa! Fui devagarzinho, pois a cada saculejada a caixa se mexia e eu tinha que dar uma arrumadinha… enfim cheguei em casa com o super colchão.

Acabamos de enchê-lo! É melhor testar, né? Ver se está funcionando direitinho e se não murcha no meio do caminho… Ele é bem gostoso…. não é um colchão de verdade, mas vai quebrar o galho em grande estilo!

Agora já sabem temos um colchão para receber visitas 😉

Levei uma bronca da polícia!

Gente foi tão divertido!!!! Estava eu voltando do mercado com a mochila super pesada e mais uma sacola pendurada no guidão da bike… bela e fresca (mesmo porque tá um frio louco por aqui) eu guiava minha bike pela rua comercial, que é só para pedestre, não pode passar carros. De repente ouço um “Hallo!” bem alto… logo em seguida outro: “Hallo!” Nossa, me virei para ver o que estava acontecendo, e não é que era comigo!

Parei a bike e a policial veio na minha direção falando sei lá o que em holandês, e falando alto pacas. Pedi desculpas e perguntei o que estava fazendo de errado e ela logo respondeu: “Aqui você não pode andar de bicicleta! VOCÊ TEM QUE VER AS PLACAS! VEJA AS PLACAS!”

Putz! Eu só pedi desculpas de novo e me segurei, porque me deu muita vontade de rir…

Logo que olho para frente vejo um rapaz, também de bike e novamente um outro “Hallo!”… isso chega a doer o ouvido…. a mulher deve fazer muito exercício para a voz, ou ela chega em casa rouca! 😉

O pior de tudo é que sempre tem um monte de gente andando de bicicleta nessa rua… ai eu andava também! hehehe

Conforme eu ia andando e empurrando a bike eu ouvia de longe o “Hallo!”… hehehe

Aula de inglês ou uma lição de vida?

Minhas aulas de inglês tiveram início. Minhas expectativas não eram lá muito grandes… aliás, estava até um pouco com o pé a trás, pois como minhas aulas serão durante o dia estava receosa sobre o perfil dos alunos… poderiam ser muito jovens e meio desfocados… pré-conceitos!!!

Mas também esperava conhecer pessoas de diferentes nacionalidades, com diferentes histórias e começar as aulas… gramática, vocabulário, essas coisas que tem em todas as aulas de idiomas. E o que encontrei? Algo bem diferente disso!

Na verdade a dinâmica da aula já foi bem legal…. a professora é meio louca e fala inglês com sotaque britânico (que particularmente acho lindo) desembestadamente! Nossa é uma coisa de louco!

Estávamos em 16 pessoas, 2 japoneses, 1 singalesa e os demais belgas! Pois é, a turma não é muito heterogênea… foi minha primeira impressão. Mas o que mais me impressionou foi a diversidade etária. Achei impressionante! A maior diversidade, claro, está entre os Belgas. São 2 mocinhas, entre uns 20-25 anos, umas 3 ou 4 pessoas entre 30-45 anos e os demais todos mais velhos.

Logo ganhei o cargo de assistente da professora, pode? Sou a responsável por passar a lista de presença e checar se todos assinaram… tarefa importante, pois com base nessa lista rola uma fiscalização. O curso é subsidiado pelo governo e por isso é bem acessível a todos (€135,00 pelo curso + €20,00 pelo material didático no ANO, é no ano!).

mulherAlém disso a professora fez um comentário que eu poderia ajudar as pessoas que tinham dificuldade com internet e uma das alunas levou à sério… no final da aula nos encontramos no estacionamento de bicicletas e ela perguntou se eu poderia mesmo ajudá-la, já que ela realmente não sabe como acessar. Falou: “Sabe Fê (que bonitinha), eu já tenho 75 anos, não sei se isso vai dar muito certo!”. Fiquei sem fala mentalmente. Respondi que qualquer hora é hora de aprender e que logo ela estaria manejando o micro como maneja a bicicleta! Ganhei o meu dia, semana, mês, sei lá!

Se tivéssemos metade da disposição que essa senhora tem e a vitalidade que ela inspira seríamos muito melhores… mas nem de longe eu diria que ela tem essa idade. E que disposição de melhorar o seu idioma e de carona melhorar sua habilidade em usar o micro e a internet! 😉 Me encantei!

São esses exemplos que valem em nossa vida! E olha que o meu pré-conceito poderia ter sido uma grande barreira para ver e aprender coisas incríveis! Que delícia estar no meio de pessoas maduras e com um espírito realmente jovem!

Um domingo qualquer

Acordamos tarde, tomamos um café da manhã gostoso, o Dú foi estudar (… o volume de material de leitura não é mole não…) e eu fiquei pesquisando algumas coisas.

Mais tarde bateu uma fominha e fomos preparar o almoço… Mas antes tenho que fazer um parênteses sobre ontem!

Como o Dú estava em casa e depois de ele já ter estudado por um tempo razoável fomos à um mercado que é mais barato e tem de tudo… pegamos as bicicletas e fomos. O caminho para mim já era conhecido e as manobras de bicicletas estão começando a ficar mais usuais… para mim! Depois de uns 10 minutos chegamos ao mercado e o Dú falou: “Poxa, achei que de bicicleta ia ser mais fácil… me cansei!” … agora vejo que já estou me acostumando mesmo a andar de bicicleta 😉

Fizemos compra, ainda um pouco demorada… temos que ficar decifrando o que é o que… e voltamos com as mochilas cheias. Quem diria fazer mercado de bicicleta e mochila 😉

Achamos, para variar, umas coisinhas gostosas como um pacote de massa de panquecas pronta (bem bonitas) e um pacotão de M&M’s Crispy, de flocos de arroz… humm!

Almoco_domingoFechando parênteses e voltando para hoje, resolvemos experimentar a panqueca. Já ao abrir o pacote sentimos um cheiro bem gostoso, mas meio doce… recheamos a panqueca com gruyer e salame, depois de pronta e com uma saladinha verde fomos nos fartar. Mas não é que a massa era doce mesmo? 😉 No fim ficou gostoso, pelo menos com esse recheio, deu o contraste entre doce e salgado, ficou muito bom!

E para arrematar nosso almoço fizemos uma panqueca doce e recheamos com Nutella, na verdade com um Patê à tartiner aux noisettes (em francês) ou Hazelnootpasta (em Holandês) da marca Carrefour, mas é tão boa quanto a Nutella (tem de diversas marcar para podermos experimentar, eba!) e para complementar colocamos os M&M’s Crispy… putz, ficou divina… o creme de avelã todo derretidinho e aqueles focos de arroz bem crocantes… hummm, só comendo mesmo 😉

E olha a cara do Dú ralhando comigo enquanto eu tirava as fotos… “Fernanda, vai esfriar!”… fica frio Dú!