Weekly Photo Challenge: Geometry

To me, this photo taken in Berlin illustrates this week’s theme pretty well:

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Weekly Photo Challenge: Silhouette

Just a silhouette, but still easily recognizable…

Weekly Photo Challenge: Big

Pretty obvious, no? That’s a big klomp…

Weekly Photo Challenge: Happy

Yes, I’m late with this one… But this would be the second challenge I skip and I had already selected some photos – just hadn’t time to write the post. So, here’s my list; hope you enjoy! My wife makes me happy, and so do our families and friends. Trips and dogs, great food, wine […]

Weekly Photo Challenge: Solitary

A solitary spectator, fascinated by such unusual musical instruments. Barcelona, December 2011.

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Quem costumava acompanhar nossos posts percebeu que estamos bem devagar com as atualizações… Como o WordPress criou este ‘photo challenge’ semanal e estou ficando cada vez mais interessado em fotografia, vou aproveitá-lo para (1) trazer de volta um certo ritmo de atualizações e (2) mostrar algumas fotos que possivelmente não se encaixariam no tema do blog.

Espero que achem interessante e, se, gostarem, deixem um comentário!

Olha a placa! 2

Neste post mostrei algumas placas para nós impossíveis de entender. Em algumas das nossas mais recentes andanças vimos outras placas que desafiam a lógica e a criatividade:

Aparentemente é permitido afogar-se neste trecho do rio:

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Mas nada de estacionar neste outro aqui:

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Cuidado: você está saindo da área exclusiva para pedestres e entrando na área de atropelamento de pedestres:

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Proibido plantar pinheiros? E outros tipos de árvore, pode?

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Errr, zona de reprodução bovina?

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E na francófona Bruxelas, valões tem prioridade sobre flamengos: podem passar pelo túnel 1,5h antes Smile

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Publicada por gewoon negeren no Facebook

Gostou? Aguarde o próximo post – temos mais algumas placas misteriosas, desta vez diretamente da África do Sul.

Um sonho de 40 anos

Há quarenta anos mamaninha tinha um sonho, conhecer os canais de Amsterdam. Com sua estada por essas bandas, coisa mais do que óbvia era passar um dia em Amsterdam.

Os dias foram passando, as semanas passavam e nada de conseguirmos levá-la. Ela nada falou, mas posso imaginar sua angústia toda vez que díziamos que ainda não dava para ir à Amsterdam.

Em sua última semana o susto: “Mãe, vamos amanhã à Amsterdam?” Mais do que depressa e com um sorriso juvenil nos lábios: “Claro! Vamos!”

Tivemos um dia bárbaro! Sol forte, coração batendo e muita viagem, viagens a outras épocas… Outros tempos! 🙂

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Leuven… Um caso de amor!

Leuven tem um lugarzinho especial em nossos corações. Também pudera, vivemos tanta coisa de forma tão intensa que se torna impossível não reviver muitas dessas emoções quando pensamos e especialmente quando voltamos para lá.

E é claro que levamos mamaninha para conhecer esse cantinho mágico. Foi um domingo. O dia estava bonito, o vento um pouco frio, mas sem chuva o que já é um grande negócio, diga-se de passagem. 😉

Caminhar pelas ruas do centro, passear pelo Begijnhof, passar em frente a nossa antiga casa, ver os bares e restaurante que costumávamos frequentar com nossos queridos amigos, foi ótimo. E ainda melhor porque então pude mostrar para minha mãe um pouquinho do charme dessa cidade que tanto cativou o nosso coração. 😀

Clique na foto para ampliá-la.

French fries é francesa?

O que de mais básico pode existir que batata frita? Mas para falar a verdade de básico não tem nada não.

Eu nunca fui lá muito fã de batata frita, não só pelo caráter pouco saudável, mas também porque é muito comum encontrar batatas encharcadas em óleo por aí. Depois de nossa mudança para a Bélgica o negócio mudou de figura! 🙂

Em praticamente toda refeição batata frita é O acompanhamento e isso não se restringe à Bélgica, o mesmo acontece aqui na Holanda. Mas não pense que é uma batata frita qualquer, é “A batata frita”. Sequinha, dourada, macia por dentro e crocante por fora. Uma loucura! Para a nossa perdição.

Em inglês batata frita é chamada French Fries, ou batatas francesas. Com esse nome eu, quase que instintivamente, deduzi que batata frita era invenção dos franceses. Mas um dos nossos amigos belgas nos contou a história, ou estória (quem sabe?!), que a batata frita na verdade é originária da Bélgica e que seu nome French Fries (batatas francesas) deve-se ao fato de que na primeira guerra mundial os soldados belgas, que falavam primariamente francês, apresentaram a batata frita aos colegas americanos no campo de batalha. Os americanos por sua vez, apelidaram a tal batata de French Fries, uma vez que essa fora preparada e servida por soldados que falavam francês.

No wikipedia você pode conferir um pouco mais sobre a história da batata frita, a qual inclui essa versão também. 🙂

Durante a visita da mamni, uma de suas vontades era a tal French fries. E para a minha indignação me peguei na maior dúvida de onde levá-la para comer uma bela French fries. Mesmo sendo uma iguaria básica pelas bandas de cá, quero levar mamaninha no melhor lugar possível para comer a melhor batata frita possível. 😉 Mãe merece sempre o melhor, não?! Em uma pesquisa básica (best fries in Eindhoven) me surpreendo com o Frietopia Foundation. Dá para acreditar que os caras por aqui são tão obcecados por batata frita que existe até uma fundação que visa “medir” a qualidade das batatas fritas da região?

O lado útil é que para aqueles que procuram A batata frita mesmo estando Na terra da batata frita esse pode ser um bom meio para começar a degustação. 😀

No site você inclusive encontra duas listas muito, muito interessantes: Hall of fame e Hall of shame. E para a sorte da minha mãe uma das melhores Frituurs, ou lojinha onde se venda basicamente fritura, incluindo as famosas batatas fritas, fica aqui em Eidhoven, é a Frituur Martin Zwerts (Boschdijk, 436, Eindhoven). Mas…. Quando fomos estava fechado 😦 Toca voltar para o centro de Eindhoven e procurar um outro frituur, igualmente bem recomendado.

Esse é bem no centro, chama-se Dick en Lang (Jan van Lieshoutstraat, 28). Não é um lugar que eu normalmente pararia para comer. Aliás, não era, passado! Por puro preconceito. Batata divina, crocante e sequinha. Porção gigante, pelo menos para os nossos padrões, e acompanhada de muita maionese. Eita gula boa! 😀

Ah! E o segredo da batata é que ela é frita duas vezes. Primeiro uma pré-fritada, sem deixá-la dourar. Já na segunda vez, ela fica menos tempo no óleo, só o suficiente para ficar dourada e irresistivelmente crocante. 😉

O dia em que TUDO deu errado

10 de julho entrou para a história como o dia em que tudo deu errado para a gente… Neste dia íamos viajar para a África do Sul, mas foi esta a sequência de acontecimentos:

  1. Já que viajámos de Schipol, decidimos ir de trem de Eindhoven para Schipol – uma viagem direta e mega-conveniente, já que você desembarca literalmente no saguão do aeroporto. Chegamos na estação e todos os trens diretos estavam cancelados – alguém resolveu cavocar os trilhos exatamente neste dia… Por muita sorte perguntei qual era a melhor alternativa (ir até Rotterdam e pegar o Fyra, um trem rápido), pois a solução “oficial” incluía fazer um zigue-zague, com duas trocas de trem em estações super pequenas (daquelas que você nunca vê nenhum trem parando) e pelo menos 1 hora a mais de viagem
  2. Felizmente saimos cedo de casa então não tivemos que correr. Fizemos o check-in na boa dos dois voos, de Amsterdam para Londres, e  de Londres para Johannesburg. Na hora do embarque, porém…. Nada acontecia. Aparentemente o tempo em Heathrow estava horrível e todos os voos estavam sendo retidos. Depois de muito tempo embarcamos, mas já com risco de perder a conexão
  3. Chegamos em Heathrow. Demora para abrir a porta. Esperamos, esperamos, esperamos até o capitão dizer que encontraram um problema na escada que seria usada para o desembarque e tiveram que ir buscar outra. Esperamos mais um pouco. Cada vez mais perto a hora de saída do outro voo…
  4. Trouxeram a escada. O povo se acotovela para desembarcar. De repente, todo mundo pára. Com uma voz algo desconsolada (mas disfarçando bem, como seria de se esperar de um bom inglês), o capitão anuncia que só havia um ônibus disponível para nos levar até o terminal, então temos que esperar ele ir e voltar, o que leva uns 15 minutos de cada vez. O tempo passa….
  5. Finalmente chegamos no terminal… Nem precisamos correr muito para saber que não conseguiríamos pegar o outro voo… Nos indicaram onde verificaríamos nossas alternativas. A fila ainda estava pequena, mas simplesmente não andava. Ficamos horas ali até sermos atendidos. Já era mais de 23h e nossos estômagos estavam nas costas, pois só fizemos um almoço leve (já que nosso primeiro voo era às 19h)
  6. Enquanto esperávamos, descobrimos que o outro avião ainda estava no terminal! Alguns amigos da Fê também estavam no mesmo voo, que também estava atrasadão. A gente tentou e tentou convencer alguém de que dava para embarcar, mas a flexibilidade era zero. Descobrimos depois que nosso voo de Amsterdam estava previsto para chegar ainda mais tarde, depois do outro decolar. Talvez por isto tenham colocado outros passageiros nos nossos assentos, já que vários voos tiveram problemas este dia, mas não conseguimos uma resposta clara
  7. Como não havia nenhum outro voo até a noite seguinte, nos deram vouchers para um hotel. A gente passou pelo controle de fronteira na boa, mas encrencaram com as amigas da Fê, pois elas precisavam de visto para entrar na Inglaterra. Ficamos esperando um tempo até as coisas se resolverem, mas quando fui checar elas já tinham passado e a gente se desencontrou
  8. Saimos do terminal e é claro que o shuttle para o hotel já não estava mais operando. Esperamos mais um tempo por um táxi; quando finalmente conseguimos um o motorista pareceu um pouco relutante… Depois descobrimos que é porque tecnicamente o hotel não fica em Londres, mas numa cidade ao lado, o que faz com que tarifa seja quase 3x mais cara do que a de uma corrida normal em Londres
  9. Comemos um negócio (mais de meia-noite) e fomos dormir por volta das 2h30 da matina, para acordar à 8h e ligar para a central de reservas para remarcar o voo… O hotel era ótimo, mas a noite foi péssima
  10. Finalmente embarcamos, na mesma hora, um dia depois. Mas é claro que a coisa não acabou aí…. Novo atraso na decolagem… Espera, espera, espera e 1h30 depois finalmente decolamos
  11. Tudo isto matou o dia que teríamos para conhecer Johannesburg e descansar antes de viajar para o Kruger Park. Também perdemos um jantar que parece ter sido excelente, numa churrascaria super bacana em Johannesburg. Basicamente chegamos no aeroporto e entramos no carro, enfrentando uma loooonga viagem – chegamos na casa que alugamos por volta das 21h. Nada como chegar em algum lugar depois de 54h de viagem Smile

Se tiver uma conexão, lembre de incluir uma muda de roupa na bagagem de mão. Como a gente não fez isto, tivemos que dar uma lavadinha nas nossas roupas na pia mesmo (ainda bem que tinha um daqueles aquecedores de parede para pendurar as toalhas, senão elas talvez não secassem…) e sair caçando um mercado para comprar desodorante e creme dental. Imagine-se nesta situação e não esqueça a muda de roupa, especialmente se a conexão for na Inglaterra, onde o tempo é sempre camarada Smile with tongue out