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Onde e o que comemos em Veneza

Em Veneza também comemos muito bem! Ai ai! Mas uma coisa muito importante é que fomos, na maioria das vezes, em restaurantes indicados pelo dono do B&B. Segundo ele, em vários restaurantes você pode pagar muito e comer não tão bem… Seguimos as indicações dele e nos saímos muuuuito bem. 😀

Logo na primeira noite jantamos na Osteria La Patatina. Um restaurante agradabilíssimo. Todo em madeira e com mesas compridas, você divide a mesa com seu vizinho de lado, o que para algumas pessoas pode não ser muito agradável. Mas para nós foi uma delícia.

A culinária em Veneza é super baseada em frutos do mar e, então, aproveitamos e pedimos um prato com diversos frutos do mar grelhados. O qual por sinal estava divino! Para acompanhar um delicioso e macio vinho branco,  Brogo Magredo Pinot Grigio, Friceli. Que noite!

Em 27/Dez resolvemos fazer um lanche rápido pelo centro, por onde estávamos caminhando e paramos no Bar Xixi. Eu sei, eu sei! Devíamos ter suspeitado que pelo nome não dava para esperar muito, mas… Pois bem, comemos um lanche que estava bem meia-boca e que nos saiu bem caro por sinal… Aqui a prova de que o Mário, dono do B&B, tinha razão… 😦

Mas no jantar as coisas mudaram e voltaram a ser divinas! Primeiro tentamos ir à Osteria Trattoria Al Nono, mas estava uma fila enoooorme. Mudamos de idéia, claro, e fomos procurar o restaurante Muro. O lugar é super legal. Moderno e muito aconchegante.

Só depois descobrimos que tem mais dois endereços. Nós conhecemos o Muro San Stae.

O Dú comeu uma massa à ricota defumada e lingüiça que exalava um perfume indescritível e eu um Carpaccio dos deuses! Hum… Só de escrever já me deu água na boca! E de sobremesa:  tiramisù. 😀

Em 28/Dez tivemos muito mais sorte no almoço. Paramos no Al Vaporetto (Calle della Mandola, San Marco), mesmo sem indicação, mas resolvemos arriscar. Comemos pizza e o melhor tiramisù de Veneza, sem exagero nenhum. O Dú ficou bem feliz! 😀

E no jantar, depois de um tempinho de espera, conseguimos jantar na Trattoria Nono Risorto. Esse é um restaurante mais simples que os outros dois (Osteria La Patatina e Muro), mas ainda assim comemos muito bem, dessa vez, eu mais que o Dú. O Dú ficou na pizza e eu no spaghetti ao vôngole e alho… Delícia. E de sobremesa, claro: o tiramisù. Também estava muito bom, mas o melhor de todos foi no simples Al Vaporetto. 😀

A singular Veneza

Veneza. Singular… realmente acho que essa é a palavra para descrever Veneza. Singular por suas ruas tão estreitas e irregulares que formam um belo labirinto sobre uma bela ilha.

Singular por seus canais e pontes infindos. Singular por seus habitantes, que para viver lá, só nascendo lá (como disse o dono do B&B que ficamos).

Singular pelos seus deliciosos frutos do mar.

Singular por suas gôndolas, que apesar de bem caros os passeios, são charmosos.

Singular pelas suas lindas máscaras de carnaval e por suas obras em Murano (mesmo estes sendo feitos da ilha vizinha, Murano).

Veneza é muito cheia de turistas e é praticamente impossível se localizar naquelas ruazinhas realmente estreitas. Em algumas delas não dá para passar duas pessoas ao mesmo tempo. Não estou exagerando, não. 😉

O Mário (dono do B&B) nos disse para passearmos sem nos preocuparmos em uma rota… além dos restaurantes, essa foi uma ótima dica. Desviávamos das ruas principais e nos deparávamos com construções e ruas lindas e muito charmosas.

A beleza de Veneza também é singular, uma vez que tudo é muito antigo e não muito conservado. Mas o encanto da cidade se dá justamente por essa característica.

A emoção bateu mais uma vez quando subimos a torre da Piazza San Marco… Meu Deus! Que vista. Ver Veneza do alto também é… singular!

O Palazzo Ducale conta muito sobre o desenvolvimento de Veneza… A demonstração de poder através das grandes construções é muito característica. O próprio desenvolvimento dos bairros se deu, segundo Mário, de acordo com “as posses” das famílias que ali se instalavam. Dessa forma, ainda hoje você reconhece os bairros mais “afortunados” da época.

Igrejas também não faltam, outra marca registrada da Itália. Até mesmo noivos passeando de gôndola nós vimos… Coitada da noiva, estava um frio!

As vitrines cheias de guloseimas são terríveis, especialmente em Veneza, já que as ruas são estreitas e você passa muito pertinho delas… O pecado da gula foi o que mais praticamos nessa viagem. 😀

Comemos muito bem em todos os restaurantes que fomos, mas é bem importante ter indicações de bons restaurantes. Se não, comemos mais ou menos e pagamos bem caro. (as dicas dos restaurantes estão aqui ó).

Veneza à noite é mega charmosa… Mas no início dá medo. É muito escuro e as ruas secundárias são pouco utilizadas. Mas depois que você se acostuma com a cidade esse medo some.

O que me impressionou foi o número de lojas mega chiques e luxuosas. Mas o que me impressionou ainda mais foi perceber que essas lojas, caríssimas, não estavam vazias não. Os turistas estavam comprando de monte. Nessas cidades o consumo é desenfreado.

Outra coisa legal (para turista) foi ver a água invadindo algumas ruas logo no início da manhã quando a maré ainda estava alta. Mas disso só turista gosta mesmo. 😦 O Mario nos disse que essa maré alta só é comum nessa época do ano, final de novembro e dezembro.

Repara só na diferença do nível da água na porta. Uma foto foi tirada no meio da tarde e a outra o início da manhã

Ah! A Itália!!!!

Voltamos!

Nossa como passou rápido, mas ao mesmo tempo vivemos tantas coisas diferentes que está difícil organizar para escrever aqui para vocês.

Decidi então, facilitar a nossa vida e adiantar um pouco da nossa viagem à Itália através de imagens… que sem dúvida traduzem, de forma muito mais fidedigna que qualquer texto, nossas experiências dessas duas últimas semanas  😉

A emocionante Roma…

A singular Veneza…

A intensa Florença…

A tumultuada Milão…

Ah! E como não poderia deixar de ser… desejamos à todos um 2010 simplesmente DEZ! 😀