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Weekly Photo Challenge: Geometry

To me, this photo taken in Berlin illustrates this week’s theme pretty well:

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Weekly Photo Challenge: Silhouette

Just a silhouette, but still easily recognizable…

O que e onde comemos em Berlim

Que ideia a minha começar a escrever sobre o que e onde comemos em Berlim no momento em que eu estou com fome… Ui! Mas minha angustia não termina aqui, não. Estamos provisoriamente vivendo em um “flat” até que nossa vida tenha um rumo e até temos um cozinha bem equipada, mas ontem arrisquei um frango grelhado com salada e a marofa do frango está ainda presente… O negócio vai ser investir em coisinhas frias mesmo… Ainda bem que estamos mesmo precisados de um dieta básica, especialmente depois de tudo o que comemos nessa última viagem. 😕

Mas, chega de blá-blá-blá e vamos ao que interessa: No geral a comida para essas bandas do Leste Europeu são bem pesadas, gordas. A presença da batata e da carne de porco e seus derivados é marcante. Pessoalmente adoro uma carninha de porco, um toucinho (tive até que engolir a água na boca só de escrever toucinho… hehehe), mas uma dieta com essa base não é para mim não. Prefiro variedade e coisinhas leves e frescas também são muito, muito importantes para manter meu apetite.

Com isso o que quero dizer é, vindo para essas bandas se preparem para comer porco, muito porco. 🙂 E isso se você tiver um espírito como o nosso de além de conhecer a cidade, cultura, igrejas, conhecer também a culinária local, e por culinária entende-se pratos e bebidas típicos. Para nós essa é uma das facetas mais interessantes de todas as viagens, a descoberta de novos sabores, texturas, temperos, novos ingredientes, ingredientes já conhecidos, mas preparados de formas distintas… Um mundo sem fim para ser desbravado.

Pois bem, aqui vão as dicas de onde e o que comemos em Berlim.

Nosso primeiro jantar fugimos à regra e fomos parar em um restaurante argentino. A vontade de uma bela carne falou mais alto que nosso ímpeto de conhecer novos sabores. 🙂 Plancha Restaurant – Cocktailbar é um restaurante simpático, os garçons falam espanhol e a carne estava divina. Para quem conhece a carne argentina, essa ainda fica a desejar, mas para quem já está há muito tempo longe de um bom e tenro pedaço de carne… É o Céu! E o preço? Super camarada!

No dia seguinte fizemos um tour de bicicleta por Potsdam e fizemos um lanche no meio do caminho. Foi quando comi uma verdadeira salsicha Alemã… Humm, é gostosa mesmo!

No mesmo dia, acabados depois de 6h30 e 16km de bicicleta, apenas andamos um pouco pelo show em comemoração aos 20 anos da queda do Muro de Berlim. Foi muito interessante estar lá nesse dia tão importante. E por lá comemos o tão típico Currywurst, que nada mais é do que o mais tradicional fast-food Alemão, a tradicional salsicha com batata frita (não tão boa quanto a da Bélgica) e molho de ketchup, molho de tomate e curry… Saudávellll…. 😛

Dia seguinte fizemos o nosso tradicional free tour e só comemos um lanchinho bem gostoso no Aroma espresso bar (Friedrichstrasse, 200).

Mas no jantar a história foi diferente… Tentamos três restaurantes que tínhamos visto boas avaliações, mas todos estavam cheios. Já sem opção partimos para a sorte e deu certo. Jantamos no Kartoffel Laube (Probststraße 1), o qual agora nos referimos como O Restaurantes das Batatas, todos os pratos têm batata… hehehe… Restaurante de cozinha e ambientação tradicionais, atendimento muito atencioso e pratos muito bem preparados. Adoramos.

No dia seguinte almoçamos em um dos que estavam cheios na noite anterior. Gasthaus Mutter Hoppe, restaurante e ambientação também bem típicos. O atendimento nem tão atencioso quanto ao anterior, mas os pratos estavam divinamente bem preparados. Super bom!

Nossa tarde nesse dia foi mais relax e paramos em um bar no estilo parisience… Todas as cadeiras na calçada viradas para a rua e nós lá, tomando uma cerveja, cappucino e um belo apfelstrudel com calda de baunilha… Só para não deixarmos de exercitar o maxilar. 😀 E de bandeja ainda vimos uma performance muito gostosa de um Clown. Ótima tarde! Ah, o café é o Alt Berliner Biersalon e a cerveja que o Dú tomou é a Hövels.

Em nossa última noite em Berlim fomos ao Goodtime, restaurante tailandês moderninho que tinha uma avaliação super legal. Ambiente mais modernoso, música eletrônica e pouca luz, pratos bem preparados, mas nada de especial. O que mais adorei foram as louças em cerâmica verde e os talheres. 🙂 Pena que pela pouca luz as fotos ficaram bem meia-boca. 😦

Leste Europeu e nossas dicas práticas

Como já comentei no post anterior ainda temos muita coisa para contar sobre nossas últimas experiências e agora só fizemos acumular mais e mais histórias.

Aproveitamos nossa fase cigana e planejamos mais uma viagem até que algumas decisões pudessem ser tomadas. Resolvemos traçar uma rota mais para o leste europeu aproveitando uma entrevista que o Dú teria em Ljubljana, capital da Eslovênia. Começamos por Berlin (4 noites), Praga (4 noites), Viena (3 noites), Ljubljana (2 noites) e finalmente Budapeste (5 noites).

Vou começar com as dicas práticas, assim já fica disponível a informação para aqueles que pretendem ou estão planejando uma viagem para essas bandas. A primeira dica é: Vai em frente…. Cada um desses lugares é singular e vale muito, muito a pena!!!!

Transporte

Bruxelas/Berlim – Saimos de Bruxelas via EasyJet, uma das companhias de baixo custo que são uma mão na roda. Os tickets de trem estavam muito caros nesse trajeto.

Berlim/Praga  – Fizemos de trem. Esse trecho você consegue comprar online no site da BD Bahn.

Praga/Viena – Fizemos de trem também, mas esse não é possível comprar online. As dicas que li diziam para comprar na própria estação e foi o que fizemos assim que chegamos em Praga.

O ideal seria fazer Viena/Budapeste, mas como a entrevista do Dú estava agendada fizemos Viena/Ljubljana… 6h30 de trem e os tickets não foram tão baratos assim :(.

Ljubljana/Budapeste também fizemos de trem e esse trecho foi dureza… 8h30 com “apenas” 28 paradas saíndo de Ljubljana às 6h50 da matina. Imagina o nosso bom-humor… Um suplício. Mas pagamos 29,00 Euros cada ticket e de avião sairia mais de 300,00 pilas para cada… Então tentamos nos conformar. Mas como diz o ditado tudo o que é ruim pode piorar… hehehe… Depois de umas 5 horas de viagem recebemos a notícia que o trem não poderia seguir seu rumo em virtude de problemas na via férrea por conta do derramamento que ocorreu há alguns dias de lama tóxica. Paramos no meio do nada, descemos e pegamos um buzão. Depois de muito sacolejo, voltamos para a via férrea e pegamos um novo trem, mas dessa vez estava mais para um pau-velho que para um trem. E por conta disso me lembrei de outra dica prática que só é realmente útil em situações como essas. Tenham sempre um kit básico de limpeza: álcool em gel, lenço umedecido e lenço de papel. Parece coisa de gente neurótica, né!? Se você respondeu que sim, isso quer dizer que você nunca esteve na China e que se você se deparar com um trem mal conservado como esse aí… ui… Não queria estar na sua pele!

Ah! E em viagens de trem normalmente passamos antes em um supermercado para levarmos um lanchinho mais gostoso e mais econômico… Mas nessa última não deu tempo e é claro que não tinha restaurante no trem. O que nos salvou foram dois pedaços de pizza de um Kebab que compramos na estação de trem.

E finalmente Budapeste/Bruxelas. Mais uma vez usamos uma companhia de baixo custo, dessa vez foi a WizzAir, baratinho e conveniente. 🙂

Hospedagem

Quanto às hospedagens usamos sempre o Booking.com. É ótimo e o melhor de tudo são as avaliações e comentários, ajudam muito!!

Em Berlim ficamos em um apartamento do InnSight City Apartments. Ótimo! Além de espaçoso a localização era muito boa. Para café-da-manhã passávamos no supermercado no dia anterior e comprávamos iogurte e pão, além de muitos chocolates :-D. Mega conveniente e ainda econômico.

Em Praga ficamos no Hotel Sieber. Uns 200 metros de uma estação de metro. Quarto bem grande e espaçoso, cama e banheiro bem bons, café-da-manhã gostoso (serviam uma baguete diretamente do forno, di-vi-na)… Ótima opção também. Somente a Internet deixava a desejar, era muito instável.

Em Viena ficamos no Mariahilf Hotel-Pension. Está mais para uma pensão do que para um hotel. Quarto e banheiro bem pequenininhos. Colchão maravilhoso, o melhor de todos que já ficamos, Internet muito boa (e por apenas 8 euros o período), café-da-manhã bom e literalmente na boca da estação de metro. Mega conveniente. Se você for ficar pouco tempo e não se incomodar em ficar meio apertadinho, recomendo.

Em Ljubljana nos hospedamos no Hotel Park, perto da estação de trem, simples, mas espaçoso e bem limpinho. O café-da-manhã também era bem gostoso e a Internet apenas no Lobby, mas nosso quarto era no segundo andar e perto da janela pegávamos o WiFi do Lobby… hehehe…

Agora em Budapeste a história mudou um pouco. Por não ser alta-temporada conseguimos uma tarifa suuuper legal no Eurostars Budapest Center… Um 4 estrelas. Que chique! Primeira vez em um! Acho que uma descrição não se faz necessária… Mas quarto super espaçoso, banheiro grande e lindo, piso do banheiro aquecido (isso você leu direito), cama enorme, colchão e travesseiros ótimos e ainda no meio de duas estações de metro. Melhor impossível.

É isso aí. Se precisar de mais alguma informação prática que não considerei aqui, estamos às ordi. 😀 Fique à vontade em nos perguntar.

Ah! Quanto ao tempo em cada uma das cidades somente em Ljubljana ficaríamos mais… Na verdade não conseguimos ver muita coisa. Já nas outras, o tempo que ficamos é bem OK, isso se você estiver planejando para visitar apenas essas cidades mesmo, sem fazer nenhuma viagem menor para cidades vizinhas. Em Budapeste acabamos ficando uma noite a mais que o planejado por conta da passagem de volta para Bruxelas… No final das contas sairia mais barato ficarmos uma noite a mais.

Para locomoção em todas essas cidades o melhor é o transporte público, especialmente o metro. No geral não é muito caro e a rede é muito boa. Onde não tem metro tem tram ou ônibus. Carro ou táxi só se você for muito a fins mesmo…

Colecionamos um montão de cartões de restaurantes de cada uma das cidades que fomos… Mas essas dicas ficam para um próximo post. 😀