Archive | junho 2012

Quem tem mãe tem tudo!

O maior dos presentes!

O mais caro dos tesouros!

O mais sublime dos amores!

Mamaninha, você representa tudo e mais um pouco em minha vida! Amo você! 😀 Tô feliz abeça que tivemos a oportunidade de juntas aproveitar essas semanas mágicas!

E o melhor de tudo foi ter o paninho MA-RA como ícone dessa aventura! 😛

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Cheesecake de Nutella

Esse aqui faz tempo que fiz, mas só agora aparece por aqui.

Reproduzi o cheesecake como o da receita a única modificação foi na massa. Aproveitei uns biscoitinhos úmidos de Amaretto que estavam rolando há muito tempo no armário. Como eram biscoitos bem úmidos apenas amassei-os e distribui a massa no fundo da forma. Assei um tantinho e prossegui como descrito abaixo.

Cheesecake de Nutella com base de biscoito de Amaretto? Dilícia! 😀

Cheesecake de Nutella

Receita daqui

Ingredientes

  • 300g cream cheese em temperatura ambiente
  • 150-180g Nutella em temperatura ambiente
  • 80-90g açúcar cristal (reduzi um pouco)
  • 50g creme de leite fresco
  • 1 ovo
  • 20g farinha de trigo
  • 1/2 colher chá extrato de baunilha
  • Pitada de sal

Modo

  1. Pré-aquecer o forno em 180ºC.
  2. Prepare a massa da base que preferir. Fiz conforme descrito acima, mas a da receita original também deve ser bem boa. É com biscoito Negresco.
  3. Na batedeira, bater o cream cheese e o creme de leite. Até ficar cremoso, ~3 minutos.
  4. Adicione a Nutella. A quantidade pode variar, usei 150g. Continue batendo.
  5. Adicione o açúcar. A quantidade também pode variar, se colocar mais nutella, menos açúcar. Usei 90g.
  6. Adicione o ovo e o extrato de baunilha. Em seguida a farinha de trigo, bata apenas para deixar homogêneo, não bata demais.
  7. Transfira a massa de Nutella sobre a base de bolacha.
  8. Assar em 180ºC por 15 minutos. Retire do forno, ainda estará macio.
  9. Deixar esfriar e leve para a geladeira.

Um Presente de Deus

Esse presente ainda teve um gostinho mais especial… Foi acompanhado da melhor mãe do mundo! 😀

Propaganda ou vida real?

Para aqueles que nos acompanham e leram o post do Dú sobre as aberrações das propagandas aqui na Holanda, aqui vai a prova de que a propaganda apenas reflete a realidade. 😀

Revejam o vídeo de número 10, uma propaganda da Essent, provedora de energia. Achamos um absurdo a ideia de se ter uma câmara de bronzeamento artificial em casa, mas…. qual não foi a nossa surpresa ao nos deparar com a foto abaixo em um site de imóveis para alugar! Sim, essa é uma foto de uma casa real, de gente real, ou pelo menos de Holandeses! 😀 

E viva as diferenças! Cada um com a sua esquisitice! 🙂

Pão de queijo dá saudade

Nossa me bate uma saudade da minha infância toda vez que penso em pão de queijo. Acho que esse era um dos poucos quitutes que estavam no meu repertório quando eu era pequenina, porque pequena vocês sabem que eu ainda sou. 🙂

Me lembro de ser a responsável pelo café, pão de queijo, omelete e brigadeiro de micro-ondas. É, essas eram as minhas atribuições na cozinha. E acho que esse foi um bom começo.

Faz um tempo que descobri um supermercado asiático bárbaro aqui em Eidhoven. Tem de um tudo. É uma loucura. Se conheço 5% dos produtos ali vendidos é muito. E esse é mais um motivo porque gosto desse supermercado. Vou com tempo e fico lendo e relendo as poucas embalagens que consigo entender. Dia desses descobri o Stark Flour. Comprei. Chegando em casa fui pesquisar e depois de muito cheguei a conclusão que seria o equivalente ao nosso polvilho doce. O coração bateu mais forte! Vasculhei as receitas que tenho salvas para testar e voilá. A receita da Neide era com polvilho doce.

A Neide Rigo escreve o Come-se. Blog bárbaro! Quer aprender? Vai lá! Assim como o supermercado asiático, o blog dela tem de um tudo. A-DO-RO!

Pão de queijo com polvilho doce da Ilza 

Receita daqui

Ingredientes

  • 1 1/2 xícara de leite (360 ml)
  • 3/4 de xícara de óleo (180 ml)
  • De 1 a 3 colheres (chá) de sal, de acordo com o gosto ou o sal do queijo 1 prato de sopa de polvilho doce bem cheio  (650 g) – cada xícara padronizada de 240 ml com polvilho pesa 105 g, então pode medir em xícaras, aproximadamente 6
  • 1 prato de sopa raso de queijo minas curado ralado (450 g) – cada xícara de 240 ml com queijo tem cerca de 100 g, então, 4 xícaras e 1/2 (polvilho achei, mas queijo minas curado era pedir demais, né?! Substitui por um Parmigiano Reggiano)
  • 4 a 5 ovos

Modo de preparo

Coloque  numa panela o leite, o óleo e o sal e leve ao fogo. Enquanto isso, coloque o polvilho numa tigela. Se tiver carocinhos, peneire. Quando a mistura de leite ferver, despeje por cima do polvilho devagar, para escaldar tudo por igual. Ao terminar, misture bem com uma colher até ficar com cara de farofa úmida.  Quando estiver morna para fria, junte o queijo e os ovos. Deixe para colocar o quinto ovo no final. Se os ovos que você estiver usando forem bem grandes, talvez não precise do quinto. Amasse bem com as mãos até formar uma massa homogênea e meio pegajosa. Se estiver firme a ponto de conseguir modelar facilmente, junte mais um ovo. Ajunte a massa com as mãos untadas de óleo ou água. Se quiser, guarde a massa na geladeira. Ela ficará mais firme e fácil de modelar.  Unte as mãos com água ou óleo e faça bolinhas de 40 gramas se quiser pãezinhos pequenos. Ou retire porções com uma colher de sorvete e terá pães com cerca de 80 g (ao final, devem ficar com cerca de 68 g). Coloque-os em assadeira sem untar, deixando espaço entre eles.  Leve ao forno já bem quente (280 ºC para mais) e deixe assar até dourar – de 20 minutos a meia hora.

Rendimento: 23 pãezinhos com 80 g de massa ou 46 unidade com 40 g de massa

Nota: Fiz metade da receita, fiz bolinhas com o que não consumimos na hora e congelei. Direto do freezer foi para o forno e o resultado foi igualmente fantástico! Feliz da vida com pão de queijo fresquinho! 🙂

Black Albert

Como já devem ter reparado, depois de ter comprado tantas cervejas “raras” nas nossas visitas à Dranken Geers e à de Molen (post e post), estou escrevendo um pouco mais sobre cada uma delas – afinal, apenas dizer que são excelentes e colocá-las na minha lista de cervejas favoritas não acrescentaria muito.

Para começar a série da De Struise Brouwers, Black Albert. Apesar do site beeradvocate indicar seu estilo como Russian Imperial Stout, o rótulo marca Belgian Royal Stout. Talvez seja apenas uma indicação de que o estilo original não é seguido à risca. O rótulo a descreve assim, de modo nem um pouco convencional:

One out of a dozen ales that is black as hell, filty rich in the nose and with massive spoiled taste.

IMG_4421Antes de mais nada, esta é a cerveja mais forte que já experimentei (desbancando a Bush), com 13% de álcool. Preta, densa, encorpada, macia e muito saborosa. Tudo o que se pode esperar de uma cerveja fantástica.

Ao mesmo tempo, ela é muito diferente de outras cervejas que já experimentei. No aroma algo levemente adocicado – como caramelo tostado – mas bem de leve. A cada gole você sente ela espessa, um claro sabor de café – mas não tostado, é mais como um toffee forte e apenas um tantinho doce – e o sabor um tanto contido quando você a coloca na boca explode logo em seguida, o que só aumenta o interesse. Chopp “cremoso” é bobagem perto desta cerveja: esta sim é cremosa – tão cremosa que você vê o líquido “grudando” nas paredes do copo, exatamente como um vinho de teor alcoólico um pouco mais alto “gruda” nas paredes da taça. Mas ela é tão aveludada, tão macia no palato que nunca você adivinharia quanto álcool ela tem. A única indicação é ser “quente” no paladar, como qualquer bebida de teor alcoólico mais alto.

Definitivamente esta não é uma belga tradicional, mas sem dúvida é uma excelente cerveja. Tão boa que a Fê se apressou a elegê-la sua “nova cerveja favorita” (a anterior era a Rochefort 10). Adoraria ter a chance de experimentá-la junto de uma Westvleteren; quem sabe um dia conseguimos reservar nosso engradado. Se tiver a sorte de ter uma Black Albert cruzando o seu caminho, não deixe de prová-la!