Archive | julho 2010

A Cidade Proibida

Um dos pontos turísticos obrigatórios em Beijing é a Cidade Proibida. Eu já havia visto as fotos que o Dú tirou quando da primeira vez que veio à China e mesmo o dia estando meio chuvoso e nublado as fotos eram lindas (veja aqui o que ele postou sobre sua primeira viagem).

Então lá fomos nós, eu pela primeira vez e o Dú pela segunda. 🙂
Dessa vez o dia não estava meio chuvoso, estava INTEIRO. Nossa, quanta chuva. Durante o caminho de ida já quase desisti, o Dú estava com o guarda-chuva do hotel e eu estava com um guarda-chuva de criança, já que no dia anterior eu havia trocado com o Bill (um americado de 2 metros de altura); não dava para ver aquele homenzarrão andando com aquele quarda-chuvinha 😛

Logo ao sair da estação de metro já vimos a maior muvuca. Por Deus, como tem gente nessa terra! E para potencializar um pouco mais a muvuca, a chuva estava forte e todos estavam com seus guarda-chuvas andando para lá e para cá ainda mais desgovernados. 🙂

Finalmente achamos a fila para comprar os tickets e depois de um tempão debaixo de muita chuva e de muitas guarda-chuvadas conseguimos comprar os danados.
Mas a tortura não termina aí; fomos em direção à entrada e… Mais muvuca! Era tanto guarda-chuva junto que mais parecia um mar, não fosse o meu mau-humor pelo o que eu já relatei acima, eu até acharia aquele mar colorido bonito. 🙂

Mais empurra-empurra e finalmente entramos. Minha primeira impressão foi: Legal! Mas nada demais. Mas aí, andamos, andamos, andamos, cruzamos um, dois, três páteos e as grandes e minimalistas construções são realmente de impressionar.

Ao mesmo tempo me questiono porque apenas uma pessoa/família precisaria de tudo isso sendo que havia uma nação inteira passando por privações (e ainda há)? E não me pergunto apenas pela Cidade Proibida, mas pelos tantos castelos e outras construções históricas e hoje turísticas que demonstram com grande facilidade o quanto o poder estava conectado ao tamanho de suas posses. Mas para a minha cabecinha naïve isso não é nada lógico ou muito menos justo. E mesmo as coisas tendo se desenvolvido tanto o poder ainda é demonstrado pelos nossos bens. Qual é o seu carro? Onde é o seu apartamento? Quantos metros tem? Em que Shopping você faz suas compras? Quais as suas marcas preferidas?

Não sou hipócrita, também gosto de conforto e qualidade, mas será mesmo o conforto e a qualidade que governam nossa tomada de decisão ao fazer compras?
Ui! Que filosofada brava!
Ok, ok! Encurtando a história toda, o negócio é que a Cidade Proibida é mesmo muito interessante e mesmo com toda a muvuca, vale super a pena visitá-la! :
Percebam as sutilezas das construções. O número de animas da ponta do telhado representa a importância que aquele prédio tinha.

Essa foto foi tirada quando saímos da Cidade Proibida… Lindo!

Anúncios

Ah! A comida na China…

Quando alguns dos colegas do Dú ficaram sabendo que viajaríamos para a China logo vinha o comentário: “Mas como é que você vai fazer para aguentar por 5 semanas a comida chinesa?”

Mesmo o Dú tento voltado super bem impressionado, ouvindo esses comentários repetidamente fiquei um pouquinho apreensiva, mas agora que já estamos na terceira semana nos fartando da comida chinesa posso dizer que não, não temos o menor problema em comer só comida chinesa.

Até fizemos um lanche em um McDonald’s, mas isso foi porque um dos chineses que estão conosco queria e não nós. 🙂

É tanta diversidade que, pelo menos para mim, fica difícil dizer qual é a comida típica na China.

Uma coisa é certa, tudo o que é vegetal e animal é susceptível a virar um belo prato. Eu disse TUDO! E o importante é estar com a cabeça e o paladar abertos a novos sabores, texturas, temperos e por aí vai. Se não, você está lascado!

Os mais variados tidos de cogumelos, cebola, cebolinha, salsão, abobrinha, raiz de flor-de-Lótus (divina) e todas as variações de vegetais que eu não tenho a menor idéia dos nomes em português. Já do mundo animal, bem, tudo o que voa, anda, nada, rasteja tá valendo! 😀 Acho que nunca na minha vida imaginei que eu comeria tanto bichinho estranho. Que Deus me perdoe, mas nos banquetes (isso mesmo: banquetes) que já participamos é difícil, ou melhor, impossível dizer não aos anfitriões e os caras ficam colocando o tempo todo comida no seu prato e ainda ficam te olhando até você experimentar e expressar alguma reação. Imagina o constrangimento! hehehe

Nessa onda, já comemos de tudo. Da minha parte já era esperado, mas da parte do Dú, bem ele tem mais restrições quanto aos monstrinhos comestíveis, mas até ele não está conseguindo escapar de tudo. O mais exótico que ele já comeu foi pepino do mar. hehehe Esse bichinho é feio, viu?! Ahh! Essa é uma dica importantíssima: é melhor não saber que bichinho estão colocando no seu prato. Coma, sem pré-conceito. Depois que você sentiu o sabor e a textura, julgue e só então pergunte o que é que você está comendo. É bem melhor assim!

Mas da minha parte… Já cheguei ao limite de comer alguns insetos que até mesmo nossa colega chinesa não come. Ela diz que eu já sou uma chinesa mais autêntica do que ela, mas que fique bem claro que ela está se referindo à degustação culinária! 😛

Ahh! E os dumplings (Jiaozi em Chinês); não passa um dia sem que nos deliciemos com esses danados, mas deles eu conto com mais detalhe em outro momento.

Achamos a culinária chinesa no geral bastante oleosa o que nos fez aderir rapida e facilmente ao consumo de chá. E dale chá! Agora entendo porque o consumo de chá é tão grande…

E como não tenho domínio dos ingredientes, modo de preparo e nomes das “coisas” que andamos comendo, vejam as fotos! 🙂

Cogumelos com legumes; Peixe com pãezinhos de milho que lembram polenta frita (o Dú adorou esses pãezinhos) e Carne de porco com legumes

Nessa refeição já estávamos mais escaldados e controlamos um pouco a comilança, mas de todo o modo veja só a mesa ao término do jantar

Um dos jantares mais picantes… Todos os pratos estavam MUITO apimentados, menos o primeiro, um peixinho mais que saboroso. O segundo prato é rã, carninha bem saborosa, mas não dei conta da pimenta 😦

Camarões no vapor com bambo e os famosos dumplings

No primeiro jantar fomos à um restaurante coreano e conhecemos o típico churrasco coreano. Tudo estava delicioso.

As primeiras impressões de Beijing

Logo que deixamos o aeroporto rumo ao hotel pensei que havia chegado em São Paulo. Muito cinza, muito carro pela rua, muito prédio grande em construção, mas logo notei algo que não é tão típico: a freqüência com que as buzinas são usadas… Meu Deus! Como é que eles aguentam ouvir tão repetidamente esse barulho ensurdecedor?

Depois de mais 30 minutos pelas ruas de Beijing analisando a dinânica do tráfego percebi o porque de tantas buzinas: eles não usam setas, viram para qualquer lado a qualquer hora, muita bicicleta, muita e-bike (bicicleta elétrica), muito riquixá e muito pedestre, todos competindo pelo mesmo espaço sem nenhuma regra ou lógica.

Mesmo quando o farol fecha os carros continuam passando e se alguém para é buzinada na certa! 😀

Não demorou nada para perceber que pedestre não tem vez, e não tem vez mesmo. Ou você fica bem esperto ou muitas buzinadas vão rolar! E não adiantar reclamar: “Mas o farol está verde para mim e eu estou atravessando a rua na faixa de pedestre!” Mesmo porque eles não entendem o seu idioma. 😛

Nosso hotel é bem no centro, bem no segundo ring. O rapaz que nos pegou no aeroporto é super atencioso e fala bem pouquinho inglês, mas deu para nos entender… Com muuita dificuldade, é verdade! 🙂 Ele fez as vezes no hotel, porque lá, uma das moças até tentava, mas mesmo com muito esforço não rolou entendimento algum.

Depois de muita conversa nos encaminharam para o nosso quarto… Ui! Ok, estamos na China e acho que é melhor baixarmos o nível de expectativa para não rolar muuuito estresse. E depois de tantas horas de vôo queríamos mesmo era um banho.

Depois de um bom banho e roupas limpas, saímos para caminhar um pouco para descobrir onde era o metro e ver o que tinha por perto. Achamos uma Seven Eleven, que salvou nossos cafés-da-manhã, e um café bem gostosinho, onde tomamos um Ice Coffee e um muito bem preparado Long Island Ice Tea.

E voltamos para o hotel porque tínhamos entendido que o rapaz que nos pegou no aeroporto passaria às 19hs para jantarmos juntos. 19hs em ponto batem na nossa porta com duas sacolas com muita comida… As trapalhadas da comunicação… hehehe

Comemos menos da metade e lá fui eu tentar explicar para a mocinha esforçada que não iríamos mais comer e que eles poderiam ficar com a comida. Depois de, sem brincadeira, 25 minutos de muita mímica as meninas ficaram muito contentes e agradeceram muito: Xie xie, obrigado em Chinês. 🙂

Fim de um longo dia com uma noite muito bem dormida! 🙂

Um Ice Coffee para recarregar as pilhas

Dú tomando um bem preparado Long Island Iced Tea enquanto estudava o mapa de Beijing

Adorei a latinha da Coca-Cola com o logo adaptado

Jantar surpresa

Um pouco da dinâmica do trânsito de Beijing

Dá para ter uma noção agora?

E isso é só uma amostra

Chegamos na China há 16 dias e tanta coisa aconteceu que não sei por onde começar.

Tudo é novo e muito curioso, mas por vezes bastante complicado de se lidar, mesmo estando com a mente completamente aberta para o novo. 🙂
Como todo processo de adaptação, tudo no começo é curioso, interessante, engraçado e passado algum tempo, especialmente no nosso caso, depois de alguns constantes e freqüentes “atropelos”, a situação começa a mudar… Mas deixemos isso para depois. 😉

Chegamos em Beijing, foi uma viagem tranqüila, mas desde o avião já começamos a nos deparar com a danada da diferença cultural.
O rapaz que se sentou ao meu lado não parou quieto um minuto sequer. ‘Acomodou’ as bagagens de mão com uma delicadeza ímpar, fechou o compartimento de forma ainda mais delicada, quando se sentou minha poltrona balançou com veemência, folheou todas as revistas em questão de minutos, pediu as minhas parar folhear, quando queria falar com o filho que se sentava na frente, simplesmente batia em sua cabeça, logo que recebeu o jantar e o café da manhã abriu todos os potes e imediatamente começou a comê-los, ficou mudando de canal freneticamente e finalmente ficava contemplando a tela com o mapa que mostrava o trajeto do avião, altitude, tempo de vôo, etc… Até que finalmente capotou e dormiu… Ufa! Eu já estava exausta!

Mas esse não era o único figura no nosso vôo, pelo contrário, figuras exóticas era o que não faltava. Na fila, ou no amontoado de gente que se formou para entrar no avião, um senhor já um pouco mais velho ficou um pouco para trás em relação a sua família e logo notamos o seu desespero… Tentava se enfiar por um lado, tentava pelo outro, quando finalmente furou fila, desesperadamente correu pelos corredores até chegar na outra fila, ou amontoado de gente, para entrar no avião e o desespero começou novamente. Tentava por um lado, tentava pelo outro e o empurra-empurra foi a solução para o problema desse senhor. O casal na nossa frente (não chineses) ria e comentava com a mesma curiosidade que nós 🙂 … Vai que ele perdia o assento dele… Coitado!?

Já no corredor dentro do avião, aquela muvuca usual estava um pouco mais caótica. Bem na nossa frente um rapaz carregava uma mochila nas costas daquelas bem compridas, devia medir um metro, e mais uma pasta pendurada no outro ombro. Para caminhar pelo estreito corredor o rapaz era incapaz de colocar as malas para frente ou para trás do seu corpo; não, ele queria passar por entre as poltronas com tudo lado-a-lado: pasta/corpo/mochila… Conclusão, além de empacar a nossa entrada, todos os passageiros sentados no corredor foram esbofeteados.

E eu? Só pensava: “Meu Deus, será essa só uma amostra do que nos espera na China? Dai-me muito bom-humor para lidar com isso!!!” 😀
Ah! Foi com o rapaz do meu lado, após suas refeições, que aprendi que arrotar é uma coisa mega normal… Urgh!

E essa é a minha visão, mas se perguntarmos a um chinês sua descrição seria completamente diferente. E viva a diversidade cultural! 😀

Descobrindo Londres

Nosso café da manhã foram três pastéis de nata… Mmmh! Começamos bem! A Mari os tinha comprado ontem no mercado Português, mas comemos tanto na janta que eles acabaram ficando para depois.
Fizemos um tour com a mesma empresa de Amsterdam e Paris, a New Europe. Dessa vez não foi tão bom quanto as outras duas… Essa, talvez pela guia, foi mais fraquinha. De toda forma aproveitamos e conhecemos um pouco sobre a história dos principais pontos turísticos.
O dia estava com Sol, mas bastante vento. Dava até para sentir um friozinho! Almoçamos em um típico restaurante/pub Inglês e comemos o tão típico fish and chips… Estava uma delícia! Por que as coisas gordurosas e não tão saudáveis são tão apetitosas? Não é justo!!!

Caminha que te caminha, voltamos ao Saint-James park. Segundo nossa guia James I em 1.603, assim que assumiu o poder ordenou a construção desse parque, o qual serviria como seu jardim privado. Como o seu hobby era a caça, ordenou também que trouxessem animais exóticos como Camelos, Crocodilos e Elefantes, sem falar no viveiro de aves exóticas. Pode?

Da ponte que cruza o lado podemos avistar de um lado o palácio de Buckingham e do outro o London Eye… Lindo!
Demos mais umas voltinhas por lá, vimos uns patos que mergulham, um baratinho! Vimos uma ave que mais parece uma galinha selvagem tomando um sorvetinho que tinha caído no chão! Uma orquestra jovem tocava e muita gente sentada no gramado se deliciava ao som…

Fomos em direção ao Hyde Park, mas já estávamos com as pernas muito cansadas. Como não achávamos um bar/café por aqueles lados, pegamos o metrô e fomos para a região Picadilly. Lá achamos um mercado japonês que tinha literalmente de tudo, uma loucura. Tomamos um sorvete e timamisù de chá verde e compramos uns sushis/sashimis e cerveja japonesa para o jantar.

Depois de um banho revigorante e da comidinha japonesa, só nos restou uma soneca bem gostosa! 😀

Londres, aqui estamos nós!

Viagem de trem mais que tranquila e confortável. Chegamos em Londres às 15h00 e à nossa espera na estação estavam minha amiga-irmã Maricota e sua filhota Isa, que é a coisinha mais gostosa desse mundo.

Depois de um longo e mais que aconchegante abraço, fizemos um lanchinho, ali mesmo na estação e partimos para uma pequena maratona em um dia atípico de muito Sol em Londres.

Duas malas e um carrinho de criança… Metrô, caminhada até a casa onde nos hopedamos, deixamos as tralhas lá e… Supermercado, mercado Português, ônibus e mais uma caminhadinha cheios de sacolas mais o carrinho da Isa mais muito Sol. 😉

Chegamos na casa da Mari. Que delícia! Um ambiente muito gostoso, vibração mega boa e uma menina linda correndo pela casa e nos mostrando seus brinquedos.

Fizemos um lanchinho com pão, requeijão (grego, mas muito parecido com o do Brasil) e mortandela… Ai, que delícia! Dá para querer algo mais?… Mais brincadeira com a Isa… Uma boquinha e por fim um jantar bem gostosinho que a Maricota preparou para nós, com direito a vinho “fru… fru… como é mesmo Fê?”, “É frutado, Mari. Frutado! Hahahaha”.

Pegamos a busuca quando já passava das 23h00. Busuca vermelha de dois andares, logo subi e peguei os lugares da frente… Criança é assim mesmo! 😛

Que dia divino! Rever uma das pessoas que mais me dão alegria na vida, conhecer a filhinha desse ser maravilhoso, dividir horas divertidas e intensas, saber que elas fazem parte de uma família feliz… O que mais posso esperar da vida? 🙂

O blog também sofre com as diferenças culturais

Nas próximas semanas os posts serão publicados via email, o que quer dizer que não vamos entrar no gerenciador do blog nesse período, isso porque seguimos em viagem para Londres e China… Na China ficaremos por 5 semanas e por aqui não temos acesso ao WordPress (cen-su-ra-do), o que nos fez descobrir um meio de, mesmo sem acesso, fazermos os nossos updates básicos. 🙂
A primeira estada em Londres já passou e já estamos na China… Nos intervalos das nossas usuais andanças vamos postando nossas impressões dessa experiência e algumas fotinhos também.
Se quiserem comentar, por favor, o façam… Recebemos e gerenciamos por email os comentários também! Adoro essa vida cibernética. 😛

Há três anos…

Era um domingo ensolarado. Já estávamos limpando o nosso novo apartamento desde sexta-feira. Limpeza pesada, limpeza fina, recebimento de móveis, montagem, limpeza da louça e descobrindo como organizar nossas coisas nos novos armários…

Nossa parece que foi ontem!!!

No final do dia, voltamos para a casa dos nosso pais. Fizemos uma mala com roupa suficiente para uma semana. Estávamos radiantes e ao mesmo tempo inseguros. Nunca pensei que sentiria essa insegurança ao deixar a casa da minha mãe. Mas o novo nos traz esse sentimento que ao mesmo tempo é exitante e duvidoso!

Fizemos nossa primeira despesa. Nossa que delícia! Primeiro tinha preparado uma lista com tudo o que precisaríamos. Abri os armários da minha mãe para ver o que eu estava esquecendo… Fósforo, bicarbonato de sódio, noz-moscada, palito de dente, esponja para lavar louça… Coisas que eu só lembraria no dia que eu precisasse.

O fogão também tinha chegado, mas o técnico viria só no próximo sábado para trocar a saída do gás. Improvisamos a primeira semana com o microondas e o forninho elétrico. Dá para imaginar as gororobas? 😀

Nossas noites foram agitadas…. E não pelo motivo que vocês devem estar pensando :). O barulho da noite era novo, a luz, a cama, a rotina… Que rotina?

Uma delícia sair do trabalho e pegar o caminho errado… hahaha… Um dos dias peguei o caminho para a casa da minha mãe. Só depois percebi que eu tinha é que ir para a minha casa.

Agora que descrevo essa experiência, me lembro dos detalhes, dos cheiros, das atrapalhadas desse novo casal, mas também parece que já faz tanto tempo… Nesse meio tempo, arrumamos nossa casa, nos adaptamos e criamos a uma nova rotina, uma nova dinâmica familiar, nos conhecemos ainda mais… Empacotamos tudo e nos mudamos… Mais uma experiência intensa, que nos fez sentir radiantes e inseguros novamente: A Bélgica! Encaramos e vibramos cada dia com cada momento que estamos vivendo.

E daqui a pouco? Outra mudança! Para onde, quando e como? Ainda não sabemos, mas Deus nos preserva mais uma intensa experiência, que sem dúvida vai nos fazer sentir radiantes e inseguros… Só para variar um pouco! 😛