A pequena Luxemburgo

Antes do início do in company project do Dú tivemos três dias livres e, na última hora, decidimos ir à Luxemburgo por não ser muito longe daqui e porque a passagem de trem ainda era acessível, já que compramos literalmente na hora de embarcar!

Foram 3 horas de trem. Uma viagem um pouco chata, pois não era um trem rápido e tinham vááárias paradas em pequenas cidadezinhas! Mas o lado legal foi ir acompanhando a mudança de paisagem. Conforme nos aproximávamos de Luxemburgo as montanhas se apresentavam. Lindas, verdes, coloridas e contrastando com um céu azul, azul!

Vimos paisagem parecida em Florença, na região de Toscana, mas estivemos lá no meio do inverno, o que proporciona cores mais pastéis e muito menos vibrantes. Mas com a sua beleza também!

A previsão do tempo não era das melhores: chuva e frio! Arriscamos e nos demos muito bem! Só pegamos chuva no último dia, basicamente na hora de vir embora. Obrigada São Pedro! 😉

A cidade é linda! Moderna e histórica ao mesmo tempo e de uma forma bastante harmônica! Sem dúvida a cidade mais limpa que já estivemos! E as pessoas, muito, muito agradáveis e simpáticas. Quando percebiam que éramos estrangeiros, logo mudavam para inglês, sem nenhum constrangimento para ambas as partes. Outra grande diferença: praticamente todos os cardápios estavam em inglês, coisa rara!

Mesmo sendo um dos menores Estados soberanos europeus e geralmente ignorado pelos turistas que visitam a Europa, aproveitamos muito a cidade e conhecemos lugares especiais.

Luxemburgo cresceu ao redor de um castelo construído em 963 sobre um promontório rochoso conhecido como Rocher du Bock. Esse castelo foi destruído no final do século 19 pelos habitantes da cidade, mas algumas fortificações foram preservadas, em especial as Casamatas de Bock e Pétrusse (fonte: Guia Visual, Folha de S.Paulo, Europa, 5a edição brasileira: 2008).

Visitamos as tais Casamatas e foi um passeio interessante: caminhar por essas redes de galerias subterrâneas, datadas do século 17, me fez pensar sobre quantas histórias essas galeriam não guardam… Se elas pudessem falar…

Vista do alto e de fora das Casamatas

As Casamatas por dentro

Uma vista linda, de dia E de noite, é a vista da cidade pelos seus aquedutos. A cidade tem literalmente dois níveis e bem no centro histórico existe até um elevador para facilitar a nossa vida e economizar um pouco de perna, porque não? A vista é linda e revela a estrutura rochosa na qual a cidade foi construida. Além da vista de um dos mais belos parques que já vi!

A parte baixa da cidade

O parque visto de um dos aquedutos

A sensação de segurança é tremenda e a noite, especialmente na parte baixa, é bem badalada, apenas lembrando que é proporcional ao tamanho da cidade! 😉

Outros dois pontos turístimos importantes são a Cathédrale Notre-Dame e o Palais Grand Ducal. Também conferimos!

E, mais alguns detalhes dessa charmosa e pequena cidade.

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About Fernanda Relvas

Esposa, filha, irmã, tia, amiga, psicóloga, amante de tudo o que provoca questionamento, que promova o desenvolvimento e o crescimento. Curiosa, emburrada, crítica, teimosa, mas boa amiga e companheira!

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