Finalmente, o post sobre Paris!

Há dias ensaio escrever o(s) post(s) sobre nossa viagem à Paris e ainda não tenho claro como fazê-lo… Depois de todo esse tempo, acabo por concluir que o negócio é sair escrevendo e vamos ver no que vai dar!

Acabo de fechar nossa “contabilidade” e comparei os custos das viagens que fizemos à Itália e essa à Paris. Ao fazer essa comparação, a impressão que tínhamos se confirmou. Paris é 15% mais cara. Mas quando paramos para pensar sobre o que compõe os gastos das duas viagens, fica ainda mais evidente como Paris é muito mais cara.

Comemos muito mais na Itália, me refiro à quantidade e qualidade. Gastamos muito mais em transporte, já que fomos e voltamos de avião e ainda viajamos de trem entre as cidades que conhecemos. Tomamos vinho, invariavelmente em todas as refeições e sempre fizemos refeições, não comemos apenas lanche, como fizemos algumas vezes em Paris. Visitamos mais museus. E nos hospedamos em hotéis de qualidade superior ao de Paris…

Tudo isso não quer dizer que não vale a pena viajar para Paris. Pelo contrário. Paris é um marco mundial e a Torre Eiffel, de dia e de noite, de baixo e lá em cima, é linda e emocionante. Mas o sentimento que ficou para mim é que a propaganda é muito maior que o próprio valor agregado da cidade.

Já no primeiro dia de passeio, a sujeira e o cheio (muito forte) de xixi pela cidade é evidente. As linhas de metro são ótimas, você vai à qualquer lugar de metro, mas a conservação, limpeza e segurança ficam muito à desejar. Como turistas, mesmo arranhando o francês, você não tem valor nenhum para a maioria dos franceses. Ou melhor, para não generalizar, para os parisienses, talvez em outras cidade da França o negócio seja bem diferente. E o mais curioso é que Paris é uma cidade que vive ou sobrevive fortemente do turismo e ainda assim “eles” nos tratam com tamanha soberba! Mas nem tudo está perdido, em dois restaurantes fomos suuuper bem atendidos. Depois comento sobre eles. Clique aqui para ler o post sobre onde e o que comemos em Paris.

Outro aspecto marcante é a simetria. Os parques são simétricos, as árvores e arbustos são absurdamente simétricos, as ruas também o são, a apresentação dos pratos também… Comentário do Dú: “Esse negócio é até boring!” E no fim, é mesmo!

E aí vão algumas fotos (clique nas fotos para aumentá-las):

Igreja bem enfrente ao café parisiense onde tomamos nosso primeiro café da manhã… por “apenas”  €7,50! E Yanan e eu de modelo com um carro antigo bem fofo. 😛

Sacré Coeur linda! Mas cheio de ambulante e muito, muito cheiro de xixi. 😦 Notre Dame, deslumbrante por dentro e por fora. E o jardim lateral da Notre Dame.

Às margens do Sena muita gente fica sentada tomando e beliscando alguma coisa e curtindo o Sol do início da primavera. Uma delícia!

Musée du Louvre, inspira arte mesmo que só por fora. Esculturas de Rodin no jardim do Musée Rodin.

As flores, em jardins ou nas árvores, estão por toda parte. Arc de Triomphe, mesmo em reforma, é monumental.

Tour Eiffel… Sem palavras!

Jardin du Luxembourg e uma amostra da fissura parisiense pela simetria.

Pantheon, inspirado no de Roma, mas sem comparação! Musée  de l’Armée e mais uma amostra da “tal” fissura nos jardins! 🙂

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About Fernanda Relvas

Esposa, filha, irmã, tia, amiga, psicóloga, amante de tudo o que provoca questionamento, que promova o desenvolvimento e o crescimento. Curiosa, emburrada, crítica, teimosa, mas boa amiga e companheira!

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