A emocionante Roma

Esse post é o primeiro de uma série que pretendo escrever sobre nossa viagem à Itália. Para tentar organizar as coisas, vou separar os causos em diferentes posts. Vou escrever sobre 1. as minhas impressões (meio filosóficas, como sempre), 2. os lugares que visitamos e conhecemos e, como não podia deixar de ser, 3. a gastronomia, ou a perdição italiana. Além de algumas curiosidades. Espero que vocês aproveitem!

Roma é um desbunde. A princípio uma cidade grande com bastante gente (você esbarra em brasileiro por todos, todos os lados), muito conhecida por seus monumentos históricos e claro, com o Vaticano ali do ladinho.

Mas definitivamente não é só isso.

Roma tem um ar… um ar diferente. É difícil de explicar, mas acho que tem a ver com todo o lance da história, e olha que eu não sou a pessoa mais conhecedora de história, hein!?

Mas o que acontece é que quando você está aberto a viver, o que quer que seja que a cidade tenha a lhe oferecer… é uma maravilha. E não estou falando de religião.

As construções são enormes. Pena que as fotos não traduzam a real dimensão. As ruínas são incríveis, elas têm vida. Você pode sentir.

Por vezes, principalmente quando vi a Via Sacra do alto do Monumento a Vittorio Emanuele II e quando estávamos lá, na própria Via Sacra, fechava meus olhos e me transportava para outro tempo.

Fico apenas me perguntando se meus filhos, netos também terão a oportunidade de viver essa experiência, porque é uma p. experiência, viu? Me pergunto isso porque durante toda a viagem nos deparamos com turistas muito sem consciência, para não dizer outra coisa… mas vou deixar para comentar e mostrar fotos sobre essa triste constatação em outro post.

Em qualquer rua que você ande você vê a história, seja nas construções, seja nos bustos e estátuas espalhados por toda a cidade. Se você não se fixar apenas no roteiro que traçou ainda tem a oportunidade de esbarrar em portas abertas que escondem jardins internos lindos e calmos…

A perfeição das esculturas é outra coisa que impressiona. Como pode numa época com tão pouco desenvolvimento industrial se construir tanta beleza…. talvez o mais simples seja realmente o mais belo!

Algumas ruazinhas escondem um charme especial. Igrejas e Museus não faltam para se visitar. Até ficar sentada na fonte da Piazza Del Popolo olhando as crianças estourarem as bolas gigantes de sabão que um senhor fazia foi especial. A suntuosidade das Igrejas não esconde a guerra de poder da época. Mas mesmo assim são verdadeiras obras de arte.

Até o elevador do nosso hotel era especial. Sabe aqueles bem antigos de ferro, que você abre a porta de ferro, abre a porta do elevador, você entra, depois fecha a porta de ferro e então fecha a porta de dentro… Achei o máximo!

Os romamos são italiamos clássicos: falantes e expressivos (inclusive com os braços… não apenas com as mãos). Muito gentis, especialmente quando falamos que somos brasileiros. Nos fazem sentir confortáveis desde o início.

Finalmente, para mim Roma é uma cidade para ser experienciada pela alma

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About Fernanda Relvas

Esposa, filha, irmã, tia, amiga, psicóloga, amante de tudo o que provoca questionamento, que promova o desenvolvimento e o crescimento. Curiosa, emburrada, crítica, teimosa, mas boa amiga e companheira!

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